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Palavras-chave negativas: o truque para economizar até 30% no Google Ads


Corte desperdício, aumente o ROAS e venda mais on-line com uma simples mudança: o uso estratégico de palavras-chave negativas.


A história que mudou minha visão sobre dinheiro queimado no Google Ads

Eu achava que o Google Ads era uma máquina de gastar. Todo mês, a mesma sensação: investir, esperar e torcer. Até que, numa terça-feira chuvosa, sentei com o especialista Gil Celidonio para auditar minha conta. Em menos de 20 minutos, ele abriu o Relatório de Termos de Pesquisa e me mostrou o óbvio que eu não via: boa parte do meu orçamento estava comprando curiosidade — não intenção de compra.



Ali estavam cliques em “grátis”, “o que é”, “download” e “vaga de emprego”. Meu dinheiro, meu tempo, minha energia… tudo indo para buscas que jamais comprariam meu produto. Foi como olhar para um balde furado. Gil disse: “Você não tem problema de tráfego. Você tem problema de filtro.”


A solução não foi aumentar o orçamento ou trocar toda a estrutura. Foi apertar o funil onde importava: palavras-chave negativas. A partir dali, nunca mais olhei para campanhas do mesmo jeito.



O gargalo invisível que trava suas vendas

Se você vende on-line, seu gargalo não é a falta de cliques — é a falta de cliques certos. A Teoria das Restrições diz que um sistema é tão forte quanto seu elo mais fraco. No Google Ads, o elo fraco é o tráfego irrelevante. Você acelera campanhas, amplia correspondência, adiciona mais termos… e o desperdício cresce silenciosamente.


O gargalo é simples de nomear: intenção errada drenando orçamento. Enquanto ele existir, qualquer tentativa de escalar só multiplica o problema. A boa notícia: o gargalo é rastreável, mensurável e destravável.



Como destravar o gargalo com foco cirúrgico

  • Identifique: abra o Relatório de Termos de Pesquisa (últimos 30–90 dias) e categorize consultas por intenção: compra, comparativo, informacional, institucional.

  • Explore o gargalo: crie listas de palavras-chave negativas para bloquear tudo que não é intenção comercial.

  • Subordine o resto: ajuste correspondências, segmentações e criativos para alinhar com a intenção real que sobrou.

  • Eleve a restrição: adicione automações, regras e listas compartilhadas por temas (suporte, emprego, DIY, grátis, download).

  • Evite a inércia: volte ao início a cada 7–14 dias; novas consultas aparecem sempre.

Destravar esse gargalo libera orçamento para termos rentáveis. Seu tráfego fica menor, mais limpo e mais comprador. O resultado? ROAS sobe, CPA cai, e escala volta a ser possível — sem desperdiçar.



A prova de que funciona

Ao auditar contas de e-commerce, infoprodutos e SaaS, o padrão se repete. Em campanhas com correspondência ampla e frase, 15% a 35% do orçamento costuma ir para termos informacionais, marcas concorrentes não estratégicas e busca por suporte.



Números que fazem diferença

  • Redução média de desperdício após 30 dias de negativas bem estruturadas: 18% a 32%.

  • Queda típica de CPA em funis diretos: 12% a 35%.

  • Aumento de ROAS em catálogos com mais de 200 SKUs: 15% a 28%.

  • Tempo para perceber impacto claro: 7 a 21 dias, dependendo do volume de busca.

Um exemplo simples: se você investe R$ 10.000/mês e 25% vai para termos inúteis, são R$ 2.500 jogados fora. Ao bloquear esses termos, você realoca R$ 2.500 para quem quer comprar, mantendo CPC e CTR mais altos nos melhores grupos. Isso sozinho pode render 20%+ de conversões a mais com o mesmo orçamento.



A história por trás do método

Marina Duarte, dona da loja online “Casa da Nuvem”, vendia kits de presentes artesanais. Investia R$ 12.000/mês no Google Ads. O tráfego era grande, mas as vendas não acompanhavam. Ao revisar termos de pesquisa, o retrato: “faça você mesmo”, “ideias de presente”, “embalagem grátis”, “como montar kit”, “inspirações de presente professor”. Intenção linda. Carteira fechada.


Com a ajuda de Gil Celidonio, criamos listas de negativas por temas e rodamos por 14 dias. O que aconteceu:


  • Desperdício estimado caiu de 27% para 8%.

  • CPA médio caiu de R$ 52 para R$ 34 (−35%).

  • ROAS subiu 28% sem aumentar o orçamento.

  • Consultas comerciais cresceram 22% porque o orçamento ficou livre.

Marina não mudou produto, preço ou site. Só filtrou o que não comprava. Resultado: previsibilidade. E previsibilidade compra crescimento.



A solução irresistível: plano de ação em 7 passos

Este é o roteiro para cortar desperdício e acelerar vendas usando palavras-chave negativas do jeito certo em 2025:


  1. Faça o raio-X do tráfegoAbra o Relatório de Termos de Pesquisa dos últimos 60–90 dias. Exporte e marque cada consulta como: comercial, comparativa, informacional, institucional/suporte. Some o custo por categoria. Seu alvo é reduzir drasticamente informacional e suporte.

  2. Monte sua biblioteca de negativasCrie listas compartilhadas por tema e aplique a todas as campanhas relevantes: Informacional: o que é, definição, significado, exemplos, ideias, dicas, como fazer, tutorial, pdf, modelo, template, apostila, curso.

  3. Gratuidade/Downloads: grátis, free, download, torrent, crack, pirata, app, aplicativo.

  4. Suporte/Institucional: telefone, endereço, login, boleto, segunda via, reclamação, reclame aqui, assistência.

  5. Emprego/Carreira: emprego, vaga, salário, estágio, trainee, concurso.

  6. Pós-venda/Manutenção: conserto, manual, usado, segunda mão, peça, componente.

  7. Geografia indesejada: países/estados que você não atende.

  8. Use os tipos de correspondência corretosNegativas têm três tipos: Ampla (negativa): bloqueia consultas que contenham todos os termos, em qualquer ordem.

  9. Frase (negativa): bloqueia quando a frase exata aparece na consulta.

  10. Exata (negativa): bloqueia apenas a consulta exatamente igual.

  11. Proteja sua marca e seu funilCrie listas específicas para marcas concorrentes que não valem a briga, e para palavras de topo de funil que você vai trabalhar só em campanhas de conteúdo. Separar intenção é lucrativo.

  12. Performance Max sem desperdícioUse exclusões de marca e listas de negativas em nível de conta para tirar pesquisas indesejadas. Monitore “Insights” de PMax e adicione negativas com base nas consultas que aparecem em Termos de Pesquisa por canal.

  13. Automação mínima que salva orçamentosCrie uma regra semanal: se uma consulta gastar R$ X sem conversão em 14 dias, adicioná-la como negativa. Use scripts ou planilhas para consolidar termos por tema e aprovar em lote.

  14. Rotina de melhoria contínuaCalendário operacional: Semanal: revisar termos com mais gasto sem conversão; adicionar negativas.

  15. Quinzenal: consolidar temas novos e atualizar listas compartilhadas.

  16. Mensal: comparar % de custo em consultas comerciais vs. informacionais; ajustar lances e correspondências.


Oferta direta: diagnóstico que paga a conta

Quer cortar desperdício e ver o impacto em menos de 21 dias? Agende uma Sessão de Diagnóstico de Desperdício no Google Ads com meu time. Vamos mapear seu gargalo, montar sua biblioteca de palavras-chave negativas e reestruturar o filtro de intenção.


  • Auditoria de termos de pesquisa (90 dias)

  • Listas de negativas por tema aplicadas em nível de conta

  • Plano de rotina semanal de otimização

  • Checklist de PMax para excluir consultas ruins

Vagas limitadas para garantir execução rápida. Fale Agora Mesmo Comigo Pelo WHATSAPP



Métricas que importam, ferramentas e erros comuns


Métricas que importam

  • % de gasto em consultas comerciais (meta: subir mês a mês).

  • CPA/ROAS por intenção (não só geral).

  • Taxa de rejeição de termos (quantos termos viram negativas por período).

  • Participação de impressões nas principais consultas comerciais.

  • Share de orçamento liberado após negativas (gasto redirecionado).


Ferramentas úteis

  • Relatório de Termos de Pesquisa do Google Ads

  • Listas compartilhadas e Google Ads Editor

  • Looker Studio + planilhas para consolidar termos

  • Planejador de Palavras-chave e Pesquisa no Google Trends

  • Scripts simples de regras para negativas automáticas


Erros comuns (e como evitar)

  • Negar demais e matar volume: acompanhe perdas de impressões nas consultas boas antes de radicalizar.

  • Não separar por tema: listas bagunçadas geram conflitos. Use listas por intenção.

  • Esquecer PMax: sem exclusões de marca e negativas em nível de conta, o desperdício volta.

  • Não revisar variações: termos com acentos, no plural, sinônimos próximos — todos exigem atenção.

  • Tratar negativa como evento único: é rotina, não tarefa isolada.


FAQ – Perguntas frequentes


Negativas diminuem alcance?

Diminuem alcance inútil. O alcance que importa — de intenção de compra — aumenta porque o orçamento é realocado para quem quer comprar.



Qual o melhor tipo de correspondência para negativas?

Use ampla para temas genéricos de bloqueio (grátis, download), frase para sequências arriscadas ("como fazer"), e exata para termos pontuais que você não quer aparecer.



De quanto em quanto tempo devo revisar?

Semanalmente no início. Depois, mantenha um ciclo quinzenal de consolidar e mensal de comparar métricas por intenção.



Funciona em Performance Max?

Sim. Use exclusões de marca e listas de negativas em nível de conta. Monitore insights de consultas e alimente suas listas continuamente.



Posso bloquear concorrentes?

Sim, quando a briga não compensa. Se o CPA ficar muito alto e o ROAS cair, bloqueie. Caso contrário, teste campanhas próprias para termos de concorrentes.



Conclusão: lucro é questão de filtro

Escalar vendas on-line em 2025 não é comprar mais tráfego; é comprar melhor. Palavras-chave negativas são o filtro que transforma uma conta comum em uma máquina de conversão. Ao remover cliques curiosos, você libera verba para quem chega pronto para comprar — e essa é a diferença entre crescer e patinar.


Se você quer reduzir desperdício em até 30% e aumentar ROAS em poucas semanas, vamos realizar seu diagnóstico. Fale Agora Mesmo Comigo Pelo WHATSAPP


 
 
 

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