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Como escolher palavras-chave que realmente trazem clientes

Subtítulo: Pare de colecionar tráfego “bonito” e comece a atrair compradores com intenção real de compra.



Eu me lembro da primeira vez que vi um site “explodir” em visitas… e mesmo assim não vender quase nada.


Na época, eu estava ao lado do Gil Celidonio (o Gil mesmo), mas a história aconteceu com um personagem que ele usava para explicar o que via no campo: o “Guilherme Celidônio”, um consultor que gostava de olhar planilhas como quem lê o futuro. O cliente era um empreendedor que vendia on-line e comemorava 40 mil acessos em um mês. Só que os pedidos não acompanhavam. A frustração dele cabia em uma frase: “Se tem tanta gente chegando, por que ninguém compra?”


Foi ali que eu entendi o ponto que quase ninguém fala com clareza: não é sobre palavras-chave. É sobre intenção. Sobre escolher termos que puxam o seu público para o “lado comprador” do funil — e não para o “lado curioso”.


Se você quer vender, este guia vai direto ao que importa: como escolher termos que trazem pessoas prontas para ação, como evitar armadilhas de volume e como montar uma lista simples que vira venda consistente.



O gargalo que trava suas vendas com SEO (mesmo com muito tráfego)

Quando um empreendedor fala “eu preciso de mais visitas”, normalmente ele está tratando o sintoma, não a causa. Pela Teoria das Restrições, quase sempre existe um único gargalo limitando o resultado. No SEO, esse gargalo costuma ser: você está atraindo a intenção errada.


Em outras palavras, seu conteúdo pode estar bem escrito, seu site pode carregar rápido e até ranquear… mas se as palavras escolhidas chamam gente em modo “pesquisa”, você recebe atenção — não compra.


O gargalo aparece assim:


  • Você ranqueia para termos amplos (alto volume, baixa intenção).

  • O visitante consome e vai embora porque não era comprador.

  • Seu time conclui que SEO “não dá retorno” e volta para mídia paga.

O problema não é SEO. É o filtro inicial.


Quando você escolhe uma palavra, você está escolhendo o tipo de conversa que vai ter com o mercado. Uma palavra ruim cria uma conversa longa, educacional, difícil de monetizar. Uma palavra certa cria uma conversa curta, orientada a solução, com urgência.



A restrição de verdade: intenção de compra

Se você vende on-line, sua restrição raramente é “conteúdo”. É conteúdo para a etapa certa. Para destravar, você precisa priorizar termos que já carregam:


  • dor clara

  • solução desejada

  • comparação entre opções

  • pedido de recomendação

  • preço, orçamento, melhor opção, perto, online

E isso tem consequência prática: muitas vezes você vai escolher termos com menos volume, mas com muito mais dinheiro.



A prova: o que muda quando você escolhe palavras que puxam compradores

Em 2025, a busca ficou mais “conversacional” e mais objetiva. As pessoas escrevem (ou falam) como se estivessem pedindo indicação para um amigo. Isso favorece quem entende a intenção e cria páginas que respondem rápido.


Na prática, palavras-chave com intenção comercial tendem a:


  • ter menos concorrência do que termos genéricos de topo

  • converter mais (porque a decisão já começou)

  • gerar leads mais qualificados (menos “curiosos”)

Um exemplo simples. Compare:


  • “marketing digital” → amplo, educativo, muita disputa, baixa intenção imediata.

  • “consultoria de SEO para e-commerce” → específico, problema implícito, solução explícita, intenção comercial.

O segundo termo pode ter menos buscas, mas costuma trazer gente que já está escolhendo fornecedor. E é aí que um negócio pequeno consegue competir com empresas grandes: não na briga por “atenção”, e sim na briga por “decisão”.



O teste do dinheiro: a palavra permite oferta sem esforço?

Uma forma rápida de validar se a palavra é “de comprador” é perguntar: eu consigo fazer uma oferta direta, sem parecer forçado?


Se a palavra for “o que é SEO”, oferecer serviço logo de cara pode soar agressivo. Se a palavra for “empresa de SEO”, a oferta é natural.


É por isso que um bom mapeamento de intenção de busca vale mais do que uma planilha com mil termos.



A história: o dia em que 40 mil visitas viraram 312 cliques certos

Voltando ao caso do empreendedor que vendia on-line: o “Guilherme Celidônio” (na história do Gil) abriu o Search Console e foi direto na pergunta que ninguém fazia: quais termos traziam gente que ficava e clicava?


O site ranqueava para assuntos amplos. O conteúdo era bom, mas genérico. As visitas vinham por curiosidade, não por decisão. O funil era um cano cheio de furos.


Em vez de publicar mais 20 artigos “para aumentar tráfego”, ele fez um corte cirúrgico:


  • parou de priorizar termos informacionais amplos

  • criou páginas para termos de fundo de funil

  • ajustou títulos e H1 para refletir compra e comparação

  • colocou CTAs coerentes com o momento do usuário

Em 30 dias, o volume total de visitas caiu. E o faturamento subiu. Por quê? Porque a restrição foi quebrada: a palavra passou a trazer compradores.


O número que mudou a conversa com o cliente não foi “visitantes”. Foi “cliques em orçamento”, “chamadas no WhatsApp”, “pedidos iniciados”. O tráfego ficou menor — e muito mais valioso.



A solução irresistível: o plano de ação para escolher palavras-chave que vendem

Agora o que você veio buscar: um processo prático, rápido e repetível para escolher termos que atraem compradores.



1) Comece pelo que você vende (e não pelo que o Google sugere)

Liste seus produtos/serviços como o mercado compra, não como você descreve internamente. Exemplo:


  • “gestão de tráfego pago” vs “tráfego pago para lojas virtuais”

  • “consultoria” vs “consultoria para vender mais online”

Se você vende serviço, inclua variações:


  • “empresa de…”

  • “profissional de…”

  • “especialista em…”

  • “agência de…”

  • “consultoria de…”

Neste ponto, se fizer sentido para o seu negócio, use termos de marca e confiança, como CREIS Consultoria, para capturar buscas de quem já ouviu falar de você e está quase fechando.



2) Use modificadores que revelam intenção de compra

Modificadores são palavras que, quando juntadas ao seu serviço/produto, mostram que o usuário está mais perto de decidir. Os mais fortes:


  • Preço / valor / orçamento

  • Melhor / top / recomendado

  • Comparativo (“X vs Y”, “vale a pena”)

  • Para quem (“para e-commerce”, “para infoproduto”, “para clínica”)

  • Urgência (“rápido”, “em 30 dias”, “imediato”)

Esses termos reduzem volume, mas aumentam conversão. E, para quem quer atrair compradores, conversão é o jogo.



3) Faça o filtro Goldratt: onde está o gargalo do seu funil?

Antes de escolher 50 palavras, escolha 5 com o objetivo de eliminar a restrição principal. Pergunte:


  • Meu problema é falta de demanda ou falta de confiança?

  • As pessoas pedem orçamento e somem (qualificação), ou nem chegam a pedir (intenção)?

  • Eu vendo algo caro e complexo (preciso de prova), ou simples e rápido (preciso de volume qualificado)?

Se sua restrição é confiança, priorize termos como “melhor”, “recomendado”, “avaliações”, “case”, “resultado”. Se sua restrição é intenção, priorize “orçamento”, “empresa”, “contratar”, “serviço”.



4) Separe palavras por páginas (uma intenção por página)

Um erro que mata resultado é tentar colocar tudo em um texto só. Em SEO moderno, cada página precisa ter um “job” claro. Um modelo simples:


  • Página de serviço: “consultoria de SEO” + variações comerciais.

  • Página comparativa: “consultoria de SEO vale a pena”, “agência vs consultor”.

  • Página de prova: “cases”, “resultados”, “antes e depois”.

  • Página de objeções: “por que não vendo”, “por que tráfego não converte”.

Isso cria uma jornada: o usuário entra por onde estiver, e você conduz para a decisão sem confusão.



5) Priorize pelo trio: intenção, viabilidade e margem

Para cada palavra, dê uma nota de 0 a 3 para:


  • Intenção: a pessoa parece pronta para comprar?

  • Viabilidade: você consegue ranquear com sua autoridade atual?

  • Margem: se vender, isso move o ponteiro do lucro?

Some e priorize as maiores. Isso evita o clássico: ganhar tráfego que não paga a conta.



Métricas que importam (quando seu foco é comprador)

Se você medir “visitas” como métrica principal, vai otimizar para vaidade. Se medir comportamento de compra, vai otimizar para caixa.


Acompanhe:


  • Cliques em CTA (WhatsApp, formulário, checkout)

  • Taxa de conversão por página (principalmente páginas de serviço)

  • Leads qualificados (com perfil e capacidade de compra)

  • Custo por lead orgânico (mesmo que estimado)

  • Tempo até a primeira conversão por cluster de palavras

E um indicador subestimado: qual termo antecede o contato. Muitas vendas não acontecem na primeira visita, mas as palavras certas encurtam o caminho.



Ferramentas e métodos rápidos para achar palavras com intenção

Você não precisa de uma stack complexa. Você precisa de método. Alguns caminhos práticos:


  • Search Console: encontre termos que já trazem cliques e melhore páginas para intenção comercial.

  • Autocomplete e “As pessoas também perguntam”: ótimo para variações de objeção e comparação.

  • Pesquisa interna do seu site (se tiver): mostra o que o comprador procura quando já confia em você.

  • WhatsApp e DM: transforme perguntas recorrentes em palavras-chave e páginas.

O ouro costuma estar em como as pessoas perguntam, não em como você nomeia.



Erros comuns que fazem você atrair curiosos (e espantar compradores)

  • Escolher por volume e ignorar intenção.

  • Misturar várias intenções na mesma página.

  • Prometer uma coisa no título e entregar outra (alta taxa de rejeição e baixa confiança).

  • Não ter CTA claro em páginas de fundo de funil.

  • Falar com “todo mundo” e não se posicionar para um perfil comprador específico.

Se você quer comprador, seja específico. Comprador ama clareza.



Perguntas frequentes sobre palavras-chave que trazem clientes


Quantas palavras-chave eu preciso para começar?

Comece com 5 a 10 palavras de alta intenção e crie páginas excelentes para elas. É melhor dominar poucas do que “arranhar” muitas.



Palavras long tail ainda funcionam em 2025?

Sim — e muitas vezes funcionam melhor para vendas, porque carregam contexto e intenção (“para”, “perto”, “melhor”, “orçamento”). Long tail costuma ser onde o comprador se revela.



Se eu só focar em fundo de funil, eu travo meu crescimento?

Não. Você constrói primeiro o caixa e depois expande. Conteúdo de topo é ótimo, mas não pode ser prioridade enquanto sua restrição for vendas. Quebre o gargalo primeiro.



Como saber se a palavra é “cara” demais para ranquear?

Pesquise o termo e observe: quem está no top 10? Se só há gigantes e marketplaces, talvez você precise entrar por uma variação mais específica (nicho, região, “para X”).



A oferta: destrave suas palavras-chave e transforme tráfego em clientes

Se você quer encurtar o caminho e montar uma lista de palavras que puxam compradores, com páginas planejadas para converter, dá para fazer isso com método — e com alguém de fora enxergando seu gargalo com frieza.


Na CREIS Consultoria, a gente começa pelo ponto que mais destrava resultado: intenção, página certa e oferta certa. Sem depender de “sorte” com algoritmo e sem apostar em volume vazio.


Agende uma sessão e saia com:


  • um mapa de intenção (topo, meio e fundo) focado em compra

  • priorização por impacto e viabilidade

  • estrutura de páginas para converter (com CTAs e prova)


Conclusão: escolha menos palavras, ganhe mais clientes

O jogo não é vencer no Google com o maior volume. É vencer com a intenção certa. Quando você escolhe palavras-chave que realmente trazem clientes, você quebra o gargalo que trava seu faturamento: atrair curiosos.


Troque volume por decisão. Troque conteúdo genérico por páginas com oferta. E meça o que importa: cliques em ação, leads qualificados e vendas.


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