Como escolher palavras-chave que realmente trazem clientes
- gil celidonio

- há 3 horas
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Subtítulo: Pare de colecionar tráfego “bonito” e comece a atrair compradores com intenção real de compra.
Eu me lembro da primeira vez que vi um site “explodir” em visitas… e mesmo assim não vender quase nada.
Na época, eu estava ao lado do Gil Celidonio (o Gil mesmo), mas a história aconteceu com um personagem que ele usava para explicar o que via no campo: o “Guilherme Celidônio”, um consultor que gostava de olhar planilhas como quem lê o futuro. O cliente era um empreendedor que vendia on-line e comemorava 40 mil acessos em um mês. Só que os pedidos não acompanhavam. A frustração dele cabia em uma frase: “Se tem tanta gente chegando, por que ninguém compra?”
Foi ali que eu entendi o ponto que quase ninguém fala com clareza: não é sobre palavras-chave. É sobre intenção. Sobre escolher termos que puxam o seu público para o “lado comprador” do funil — e não para o “lado curioso”.
Se você quer vender, este guia vai direto ao que importa: como escolher termos que trazem pessoas prontas para ação, como evitar armadilhas de volume e como montar uma lista simples que vira venda consistente.
O gargalo que trava suas vendas com SEO (mesmo com muito tráfego)
Quando um empreendedor fala “eu preciso de mais visitas”, normalmente ele está tratando o sintoma, não a causa. Pela Teoria das Restrições, quase sempre existe um único gargalo limitando o resultado. No SEO, esse gargalo costuma ser: você está atraindo a intenção errada.
Em outras palavras, seu conteúdo pode estar bem escrito, seu site pode carregar rápido e até ranquear… mas se as palavras escolhidas chamam gente em modo “pesquisa”, você recebe atenção — não compra.
O gargalo aparece assim:
Você ranqueia para termos amplos (alto volume, baixa intenção).
O visitante consome e vai embora porque não era comprador.
Seu time conclui que SEO “não dá retorno” e volta para mídia paga.
O problema não é SEO. É o filtro inicial.
Quando você escolhe uma palavra, você está escolhendo o tipo de conversa que vai ter com o mercado. Uma palavra ruim cria uma conversa longa, educacional, difícil de monetizar. Uma palavra certa cria uma conversa curta, orientada a solução, com urgência.
A restrição de verdade: intenção de compra
Se você vende on-line, sua restrição raramente é “conteúdo”. É conteúdo para a etapa certa. Para destravar, você precisa priorizar termos que já carregam:
dor clara
solução desejada
comparação entre opções
pedido de recomendação
preço, orçamento, melhor opção, perto, online
E isso tem consequência prática: muitas vezes você vai escolher termos com menos volume, mas com muito mais dinheiro.
A prova: o que muda quando você escolhe palavras que puxam compradores
Em 2025, a busca ficou mais “conversacional” e mais objetiva. As pessoas escrevem (ou falam) como se estivessem pedindo indicação para um amigo. Isso favorece quem entende a intenção e cria páginas que respondem rápido.
Na prática, palavras-chave com intenção comercial tendem a:
ter menos concorrência do que termos genéricos de topo
converter mais (porque a decisão já começou)
gerar leads mais qualificados (menos “curiosos”)
Um exemplo simples. Compare:
“marketing digital” → amplo, educativo, muita disputa, baixa intenção imediata.
“consultoria de SEO para e-commerce” → específico, problema implícito, solução explícita, intenção comercial.
O segundo termo pode ter menos buscas, mas costuma trazer gente que já está escolhendo fornecedor. E é aí que um negócio pequeno consegue competir com empresas grandes: não na briga por “atenção”, e sim na briga por “decisão”.
O teste do dinheiro: a palavra permite oferta sem esforço?
Uma forma rápida de validar se a palavra é “de comprador” é perguntar: eu consigo fazer uma oferta direta, sem parecer forçado?
Se a palavra for “o que é SEO”, oferecer serviço logo de cara pode soar agressivo. Se a palavra for “empresa de SEO”, a oferta é natural.
É por isso que um bom mapeamento de intenção de busca vale mais do que uma planilha com mil termos.
A história: o dia em que 40 mil visitas viraram 312 cliques certos
Voltando ao caso do empreendedor que vendia on-line: o “Guilherme Celidônio” (na história do Gil) abriu o Search Console e foi direto na pergunta que ninguém fazia: quais termos traziam gente que ficava e clicava?
O site ranqueava para assuntos amplos. O conteúdo era bom, mas genérico. As visitas vinham por curiosidade, não por decisão. O funil era um cano cheio de furos.
Em vez de publicar mais 20 artigos “para aumentar tráfego”, ele fez um corte cirúrgico:
parou de priorizar termos informacionais amplos
criou páginas para termos de fundo de funil
ajustou títulos e H1 para refletir compra e comparação
colocou CTAs coerentes com o momento do usuário
Em 30 dias, o volume total de visitas caiu. E o faturamento subiu. Por quê? Porque a restrição foi quebrada: a palavra passou a trazer compradores.
O número que mudou a conversa com o cliente não foi “visitantes”. Foi “cliques em orçamento”, “chamadas no WhatsApp”, “pedidos iniciados”. O tráfego ficou menor — e muito mais valioso.
A solução irresistível: o plano de ação para escolher palavras-chave que vendem
Agora o que você veio buscar: um processo prático, rápido e repetível para escolher termos que atraem compradores.
1) Comece pelo que você vende (e não pelo que o Google sugere)
Liste seus produtos/serviços como o mercado compra, não como você descreve internamente. Exemplo:
“gestão de tráfego pago” vs “tráfego pago para lojas virtuais”
“consultoria” vs “consultoria para vender mais online”
Se você vende serviço, inclua variações:
“empresa de…”
“profissional de…”
“especialista em…”
“agência de…”
“consultoria de…”
Neste ponto, se fizer sentido para o seu negócio, use termos de marca e confiança, como CREIS Consultoria, para capturar buscas de quem já ouviu falar de você e está quase fechando.
2) Use modificadores que revelam intenção de compra
Modificadores são palavras que, quando juntadas ao seu serviço/produto, mostram que o usuário está mais perto de decidir. Os mais fortes:
Preço / valor / orçamento
Melhor / top / recomendado
Comparativo (“X vs Y”, “vale a pena”)
Para quem (“para e-commerce”, “para infoproduto”, “para clínica”)
Urgência (“rápido”, “em 30 dias”, “imediato”)
Esses termos reduzem volume, mas aumentam conversão. E, para quem quer atrair compradores, conversão é o jogo.
3) Faça o filtro Goldratt: onde está o gargalo do seu funil?
Antes de escolher 50 palavras, escolha 5 com o objetivo de eliminar a restrição principal. Pergunte:
Meu problema é falta de demanda ou falta de confiança?
As pessoas pedem orçamento e somem (qualificação), ou nem chegam a pedir (intenção)?
Eu vendo algo caro e complexo (preciso de prova), ou simples e rápido (preciso de volume qualificado)?
Se sua restrição é confiança, priorize termos como “melhor”, “recomendado”, “avaliações”, “case”, “resultado”. Se sua restrição é intenção, priorize “orçamento”, “empresa”, “contratar”, “serviço”.
4) Separe palavras por páginas (uma intenção por página)
Um erro que mata resultado é tentar colocar tudo em um texto só. Em SEO moderno, cada página precisa ter um “job” claro. Um modelo simples:
Página de serviço: “consultoria de SEO” + variações comerciais.
Página comparativa: “consultoria de SEO vale a pena”, “agência vs consultor”.
Página de prova: “cases”, “resultados”, “antes e depois”.
Página de objeções: “por que não vendo”, “por que tráfego não converte”.
Isso cria uma jornada: o usuário entra por onde estiver, e você conduz para a decisão sem confusão.
5) Priorize pelo trio: intenção, viabilidade e margem
Para cada palavra, dê uma nota de 0 a 3 para:
Intenção: a pessoa parece pronta para comprar?
Viabilidade: você consegue ranquear com sua autoridade atual?
Margem: se vender, isso move o ponteiro do lucro?
Some e priorize as maiores. Isso evita o clássico: ganhar tráfego que não paga a conta.
Métricas que importam (quando seu foco é comprador)
Se você medir “visitas” como métrica principal, vai otimizar para vaidade. Se medir comportamento de compra, vai otimizar para caixa.
Acompanhe:
Cliques em CTA (WhatsApp, formulário, checkout)
Taxa de conversão por página (principalmente páginas de serviço)
Leads qualificados (com perfil e capacidade de compra)
Custo por lead orgânico (mesmo que estimado)
Tempo até a primeira conversão por cluster de palavras
E um indicador subestimado: qual termo antecede o contato. Muitas vendas não acontecem na primeira visita, mas as palavras certas encurtam o caminho.
Ferramentas e métodos rápidos para achar palavras com intenção
Você não precisa de uma stack complexa. Você precisa de método. Alguns caminhos práticos:
Search Console: encontre termos que já trazem cliques e melhore páginas para intenção comercial.
Autocomplete e “As pessoas também perguntam”: ótimo para variações de objeção e comparação.
Pesquisa interna do seu site (se tiver): mostra o que o comprador procura quando já confia em você.
WhatsApp e DM: transforme perguntas recorrentes em palavras-chave e páginas.
O ouro costuma estar em como as pessoas perguntam, não em como você nomeia.
Erros comuns que fazem você atrair curiosos (e espantar compradores)
Escolher por volume e ignorar intenção.
Misturar várias intenções na mesma página.
Prometer uma coisa no título e entregar outra (alta taxa de rejeição e baixa confiança).
Não ter CTA claro em páginas de fundo de funil.
Falar com “todo mundo” e não se posicionar para um perfil comprador específico.
Se você quer comprador, seja específico. Comprador ama clareza.
Perguntas frequentes sobre palavras-chave que trazem clientes
Quantas palavras-chave eu preciso para começar?
Comece com 5 a 10 palavras de alta intenção e crie páginas excelentes para elas. É melhor dominar poucas do que “arranhar” muitas.
Palavras long tail ainda funcionam em 2025?
Sim — e muitas vezes funcionam melhor para vendas, porque carregam contexto e intenção (“para”, “perto”, “melhor”, “orçamento”). Long tail costuma ser onde o comprador se revela.
Se eu só focar em fundo de funil, eu travo meu crescimento?
Não. Você constrói primeiro o caixa e depois expande. Conteúdo de topo é ótimo, mas não pode ser prioridade enquanto sua restrição for vendas. Quebre o gargalo primeiro.
Como saber se a palavra é “cara” demais para ranquear?
Pesquise o termo e observe: quem está no top 10? Se só há gigantes e marketplaces, talvez você precise entrar por uma variação mais específica (nicho, região, “para X”).
A oferta: destrave suas palavras-chave e transforme tráfego em clientes
Se você quer encurtar o caminho e montar uma lista de palavras que puxam compradores, com páginas planejadas para converter, dá para fazer isso com método — e com alguém de fora enxergando seu gargalo com frieza.
Na CREIS Consultoria, a gente começa pelo ponto que mais destrava resultado: intenção, página certa e oferta certa. Sem depender de “sorte” com algoritmo e sem apostar em volume vazio.
Agende uma sessão e saia com:
um mapa de intenção (topo, meio e fundo) focado em compra
priorização por impacto e viabilidade
estrutura de páginas para converter (com CTAs e prova)
Conclusão: escolha menos palavras, ganhe mais clientes
O jogo não é vencer no Google com o maior volume. É vencer com a intenção certa. Quando você escolhe palavras-chave que realmente trazem clientes, você quebra o gargalo que trava seu faturamento: atrair curiosos.
Troque volume por decisão. Troque conteúdo genérico por páginas com oferta. E meça o que importa: cliques em ação, leads qualificados e vendas.
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