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Como reduzir o custo por clique no Google Ads

Baixe o CPC sem perder volume — e atraia compradores de verdade com ajustes que atacam o gargalo do seu funil.




A noite em que eu entendi por que seu CPC sobe (mesmo com tudo “certo”)

Era uma terça-feira, 22h17. Eu estava no WhatsApp com um empreendedor que vendia bem no orgânico, mas no pago parecia sempre “pagar pedágio”. Ele abriu a tela e disparou: “Gil, eu já mexi em tudo… palavras-chave, lances, anúncio. Mesmo assim o custo por clique não baixa. E quando baixa, para de vender”.


Eu sou o Gil Celidonio — e, nessa história, eu vou chamar esse empreendedor de Guilherme Celi (porque é exatamente o tipo de conversa que acontece toda semana). Ele estava frustrado porque o Google Ads parecia um cassino: em alguns dias, lucro; em outros, só boleto.


Eu pedi uma coisa simples: “Mostra a sua página de destino, e me diz qual ação você quer que a pessoa faça”. Silêncio. Ele mandou o link. Quando carregou, eu entendi na hora: o problema não era “o CPC”. Era o gargalo que fazia o sistema inteiro desperdiçar cliques.


Porque no tráfego pago existe uma verdade desconfortável: você não reduz CPC de forma sustentável atacando o CPC. Você reduz CPC atacando o que o Google usa para precificar o seu clique.



O gargalo que trava resultados (e faz você pagar mais caro)

Na Teoria das Restrições, você não melhora um sistema otimizando tudo ao mesmo tempo. Você melhora encontrando a restrição — o gargalo — que limita o fluxo de resultado. Em campanhas no Google, quase sempre o gargalo está em um destes pontos:


  • Qualidade percebida (o Google “enxerga” baixa relevância e cobra mais).

  • Intenção errada (você paga por curiosos, não por compradores).

  • Experiência pós-clique (página lenta, confusa, sem prova, sem oferta clara).

Quando esse gargalo existe, o que acontece?


  • Seu CTR cai (ou até sobe, mas com cliques ruins).

  • Sua taxa de conversão não acompanha.

  • O Google entende que você entrega menos valor para o usuário.

  • Você perde leilão ou paga mais por posição.

Ou seja: o CPC é sintoma. A restrição geralmente é Qualidade + Intenção + Página.



O “imposto invisível”: você está comprando cliques, mas entregando dúvida

Se o usuário clica e volta rápido, se navega e não acha o que procurava, se o anúncio promete uma coisa e a página entrega outra… o sistema precifica isso. E você paga com CPC alto, mesmo que seu lance seja agressivo.


Por isso, a primeira pergunta que eu faço não é “qual seu orçamento?”. É: qual é a sua promessa e para quem ela é irresistível?



As provas: o que realmente derruba o CPC (com impacto em vendas)

Vamos aos pontos que, na prática, mais mexem no custo por clique e atraem compradores. Aqui, você vai ver por que “mexer em lance” costuma ser o último recurso — não o primeiro.



1) Índice de qualidade: o multiplicador que quase ninguém trata como prioridade

O Google recompensa quem entrega boa experiência. Isso se traduz em componentes clássicos (e ainda atuais em 2025):


  • CTR esperado (seu anúncio tende a receber clique?).

  • Relevância do anúncio (combina com a intenção da busca?).

  • Experiência na página de destino (a pessoa encontra o que precisa, rápido?).

Melhorar esses itens tende a reduzir o CPC porque você fica mais competitivo no leilão sem precisar subir o lance. Em linguagem simples: o Google prefere vender cliques “bons” para quem trata bem o usuário.



2) Intenção de compra: quem procura “preço” é diferente de quem procura “como fazer”

Se seu objetivo é atrair compradores, sua estrutura precisa refletir intenção. Algumas pistas de intenção mais quente (variando por nicho):


  • “comprar”, “assinar”, “orçamento”, “cotação”, “valor”, “preço”

  • “perto de mim” (quando faz sentido para o seu modelo)

  • “entrega”, “prazo”, “garantia”, “original”

  • “melhor”, “top”, “avaliações” (atenção ao custo, mas é comprador comparando)

Quando você mistura intenção fria e quente no mesmo grupo, o anúncio vira genérico para todo mundo — e genérico perde leilão ou paga caro.



3) Correspondência e negativas: o freio que protege seu orçamento

Boa parte do CPC alto vem de tráfego desperdiçado. Não é só pagar caro; é pagar caro por gente errada.


Rotina que reduz custo e aumenta qualidade:


  • Use frase e exata para termos de compra.

  • Deixe ampla com critério (e com negativas fortes).

  • Revise termos de pesquisa com frequência e alimente sua lista de negativas.

Esse ajuste costuma baixar CPC indireto porque melhora CTR e conversão (o algoritmo aprende mais rápido e com menos ruído).



4) Criativos com “pré-qualificação”: menos clique curioso, mais clique comprador

Se você promete demais no anúncio, você vai pagar por cliques que não fecham. O truque é o oposto: filtrar antes do clique.


  • Coloque preço inicial ou “a partir de” quando aplicável.

  • Inclua para quem é (ex.: “para e-commerce”, “para clínica”, “para B2B”).

  • Deixe claro o próximo passo (simulação, orçamento, agendamento).

Isso pode reduzir o volume de cliques, mas aumenta a proporção de compradores — e costuma melhorar o custo por resultado.



A história: o dia em que baixamos CPC sem “milagre” (e com mais vendas)

Voltando ao Guilherme Celi: ele vendia um produto de ticket médio e estava com CPC alto e ROAS instável. A conta “girava”, mas o lucro não aparecia com consistência.


Quando abrimos a estrutura, vimos três problemas:


  • Um único grupo de anúncios misturando termos de pesquisa com intenções muito diferentes.

  • Anúncios sem filtro (prometiam demais e atraíam curiosos).

  • Uma landing page lenta e com proposta genérica, sem prova rápida.

O gargalo era claro: pós-clique + mensagem. O sistema estava “comprando atenção” e entregando dúvida.


Em vez de subir orçamento ou trocar toda a conta, fizemos uma mudança de direção: tratamos o funil como uma linha de produção. Se a restrição é a etapa pós-clique, não adianta acelerar o clique. Você só entope a etapa lenta e paga mais.


O que ajustamos, na prática:


  • Separação por intenção (compra imediata vs. comparação vs. pesquisa).

  • Negativas agressivas em termos que atraíam “como fazer”, “grátis”, “download”.

  • Nova promessa na landing: direta, específica, com prova acima da dobra.

  • Extensões completas e títulos com filtro (para reduzir clique errado).

O resultado típico desse tipo de correção é previsível: menos desperdício, mais relevância, melhor taxa de conversão. E quando conversão sobe com consistência, o sistema tende a precificar melhor seu tráfego ao longo do tempo.


Não foi um “hack”. Foi remover o gargalo.



A solução irresistível: um plano prático para reduzir CPC e atrair compradores

Se você quer sair do modo “apagar incêndio” e entrar no modo “escala com controle”, siga este plano em 7 passos. Ele foi desenhado para quem vende online e quer pagar menos por clique sem sacrificar vendas.



Passo 1: defina o que é um comprador (e o que é só um visitante)

Antes de mexer na conta, responda:


  • Qual ação define sucesso? Compra, lead, chamada no WhatsApp?

  • Qual é o ticket e a margem? Quanto você pode pagar por aquisição?

  • Quais termos indicam “agora” e quais indicam “um dia”?

Sem isso, você otimiza para clique barato — e não para lucro.



Passo 2: reorganize por intenção (e pare de misturar tudo)

Estruture seus grupos/campanhas por intenção. Um modelo simples:


  • Alta intenção: termos de compra (exata/frase).

  • Média intenção: comparativos (melhor, avaliações, vs.).

  • Baixa intenção: informacionais (se usar, isole e limite orçamento).

Isso melhora relevância e aumenta a chance de CTR e conversão consistentes.



Passo 3: escreva anúncios que filtram (e vendem)

Use a regra: “se não é comprador, melhor que não clique”. Inclua:


  • Quem é (segmento)

  • O que entrega (resultado)

  • Qual condição (prazo, garantia, a partir de)

  • Qual prova (número, avaliação, diferencial real)

Se você precisa de ajuda para alinhar oferta, página e anúncio, a CREIS Consultoria faz esse diagnóstico de ponta a ponta.



Passo 4: ataque a página de destino (onde o dinheiro se perde)

Checklist rápido para reduzir CPC via melhora de experiência e conversão:


  • Carregamento rápido no 4G.

  • Título igual (ou muito próximo) da promessa do anúncio.

  • Prova acima da dobra: depoimento, números, selos, garantia.

  • CTA único e claro (comprar, simular, falar).

  • Remova distrações (menus gigantes, links desnecessários).

Isso aumenta conversão e reduz o “volta para o Google”, sinal clássico de baixa satisfação.



Passo 5: use negativas como rotina, não como correção tardia

Crie um hábito semanal:


  • Revisar termos de pesquisa.

  • Negativar intenções erradas.

  • Separar o que merece um grupo próprio (termos bons que estão “perdidos”).

Esse passo sozinho pode economizar muito orçamento em nichos concorridos.



Passo 6: ajuste lances só depois que a casa estiver em ordem

Quando intenção, anúncio e página estão alinhados, aí sim faz sentido calibrar estratégia de lances. Caso contrário, você só acelera um funil vazando.


  • Comece com controle (CPC manual ou estratégia com limites, conforme maturidade).

  • Depois migre para automação com base em conversões confiáveis.


Passo 7: acompanhe o gargalo toda semana (porque ele muda)

No começo, o gargalo pode ser página. Depois, pode ser criativo. Depois, pode ser mix de intenção. Seu trabalho é sempre perguntar: “o que está limitando o fluxo de vendas agora?”



Oferta: quer reduzir CPC com foco em compradores e parar de queimar orçamento?

Se você já investe ou quer investir e quer atrair compradores (não curiosos), eu posso te ajudar a identificar o gargalo e corrigir o que está encarecendo seu clique.


Na prática, você sai com:


  • Mapa de intenção (o que comprar, o que excluir, o que separar).

  • Recomendações de estrutura de campanhas e grupos.

  • Ajustes de mensagem para pré-qualificar cliques.

  • Checklist de página para aumentar conversão e reduzir desperdício.

Para isso, fale com a consultoria de Google Ads e agende uma sessão estratégica.



Métricas que importam (e as que te enganam)

Para atrair compradores e reduzir CPC, olhe o conjunto — não uma métrica isolada.


  • CPC: útil, mas não manda no lucro sozinho.

  • CTR: mostra aderência do anúncio à intenção.

  • Taxa de conversão: sinal de alinhamento anúncio/página.

  • CPA: custo por aquisição (a métrica de “sobrevivência”).

  • ROAS / Margem: a métrica de “crescimento saudável”.

  • Parcela de impressão: indica se você perde por orçamento ou ranking.

Um erro comum é comemorar CPC baixo com conversão ruim. Isso é tráfego barato… e caro ao mesmo tempo.



Ferramentas e rotinas que ajudam (sem complicar)

  • Relatório de termos de pesquisa (toda semana).

  • Teste A/B de variações de título e descrição (mensagem primeiro, layout depois).

  • Auditoria de velocidade mobile (página lenta aumenta desperdício).

  • Rastreamento de conversões validado (sem dado confiável, automação vira loteria).


Erros comuns que mantêm seu CPC alto

  • Mandar todo mundo para a home em vez de uma landing específica.

  • Deixar ampla sem negativas e “esperar o algoritmo aprender”.

  • Prometer demais no anúncio e assustar na página (ou o contrário).

  • Otimizar para clique e não para compra/lead qualificado.

  • Mexer em tudo ao mesmo tempo e não saber o que funcionou.


FAQ: dúvidas rápidas sobre reduzir custo por clique


Como reduzir CPC rápido?

O caminho mais rápido costuma ser cortar desperdício: negativas, segmentação por intenção e anúncios que filtram curiosos. Mas a queda sustentável vem de melhorar relevância e página.



CPC baixo significa mais lucro?

Não necessariamente. O que paga as contas é CPA, ROAS e margem. CPC é uma peça do quebra-cabeça.



Automação de lances aumenta ou reduz CPC?

Pode fazer ambos. Se suas conversões estão bem medidas e sua estrutura está alinhada com intenção, a automação tende a buscar eficiência. Sem base, ela pode encarecer e piorar a qualidade.



Vale a pena anunciar em termos “melhor” e “avaliações”?

Frequentemente sim, porque são pessoas comparando antes de comprar. Mas isole em grupos próprios e tenha anúncios/página focados em prova e diferenciais.



Fechando o ciclo: reduzir CPC é consequência de destravar o gargalo

Se você quer reduzir o custo por clique no Google Ads e atrair compradores, pare de tratar o CPC como inimigo. Trate como termômetro. O que cura é alinhar intenção, mensagem e experiência pós-clique — e atacar a restrição que limita seu fluxo de vendas.


Se você quiser que eu olhe seu caso e diga exatamente onde o dinheiro está vazando, fale com a CREIS e vamos direto ao ponto.



Fale Agora Mesmo Comigo Pelo WHATSAPP

Pronto para pagar menos por clique e trazer mais compradores? Fale Agora Mesmo Comigo Pelo WHATSAPP e agende sua sessão.


 
 
 

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