Como reduzir o custo por clique no Google Ads
- gil celidonio

- há 21 minutos
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Baixe o CPC sem perder volume — e atraia compradores de verdade com ajustes que atacam o gargalo do seu funil.
A noite em que eu entendi por que seu CPC sobe (mesmo com tudo “certo”)
Era uma terça-feira, 22h17. Eu estava no WhatsApp com um empreendedor que vendia bem no orgânico, mas no pago parecia sempre “pagar pedágio”. Ele abriu a tela e disparou: “Gil, eu já mexi em tudo… palavras-chave, lances, anúncio. Mesmo assim o custo por clique não baixa. E quando baixa, para de vender”.
Eu sou o Gil Celidonio — e, nessa história, eu vou chamar esse empreendedor de Guilherme Celi (porque é exatamente o tipo de conversa que acontece toda semana). Ele estava frustrado porque o Google Ads parecia um cassino: em alguns dias, lucro; em outros, só boleto.
Eu pedi uma coisa simples: “Mostra a sua página de destino, e me diz qual ação você quer que a pessoa faça”. Silêncio. Ele mandou o link. Quando carregou, eu entendi na hora: o problema não era “o CPC”. Era o gargalo que fazia o sistema inteiro desperdiçar cliques.
Porque no tráfego pago existe uma verdade desconfortável: você não reduz CPC de forma sustentável atacando o CPC. Você reduz CPC atacando o que o Google usa para precificar o seu clique.
O gargalo que trava resultados (e faz você pagar mais caro)
Na Teoria das Restrições, você não melhora um sistema otimizando tudo ao mesmo tempo. Você melhora encontrando a restrição — o gargalo — que limita o fluxo de resultado. Em campanhas no Google, quase sempre o gargalo está em um destes pontos:
Qualidade percebida (o Google “enxerga” baixa relevância e cobra mais).
Intenção errada (você paga por curiosos, não por compradores).
Experiência pós-clique (página lenta, confusa, sem prova, sem oferta clara).
Quando esse gargalo existe, o que acontece?
Seu CTR cai (ou até sobe, mas com cliques ruins).
Sua taxa de conversão não acompanha.
O Google entende que você entrega menos valor para o usuário.
Você perde leilão ou paga mais por posição.
Ou seja: o CPC é sintoma. A restrição geralmente é Qualidade + Intenção + Página.
O “imposto invisível”: você está comprando cliques, mas entregando dúvida
Se o usuário clica e volta rápido, se navega e não acha o que procurava, se o anúncio promete uma coisa e a página entrega outra… o sistema precifica isso. E você paga com CPC alto, mesmo que seu lance seja agressivo.
Por isso, a primeira pergunta que eu faço não é “qual seu orçamento?”. É: qual é a sua promessa e para quem ela é irresistível?
As provas: o que realmente derruba o CPC (com impacto em vendas)
Vamos aos pontos que, na prática, mais mexem no custo por clique e atraem compradores. Aqui, você vai ver por que “mexer em lance” costuma ser o último recurso — não o primeiro.
1) Índice de qualidade: o multiplicador que quase ninguém trata como prioridade
O Google recompensa quem entrega boa experiência. Isso se traduz em componentes clássicos (e ainda atuais em 2025):
CTR esperado (seu anúncio tende a receber clique?).
Relevância do anúncio (combina com a intenção da busca?).
Experiência na página de destino (a pessoa encontra o que precisa, rápido?).
Melhorar esses itens tende a reduzir o CPC porque você fica mais competitivo no leilão sem precisar subir o lance. Em linguagem simples: o Google prefere vender cliques “bons” para quem trata bem o usuário.
2) Intenção de compra: quem procura “preço” é diferente de quem procura “como fazer”
Se seu objetivo é atrair compradores, sua estrutura precisa refletir intenção. Algumas pistas de intenção mais quente (variando por nicho):
“comprar”, “assinar”, “orçamento”, “cotação”, “valor”, “preço”
“perto de mim” (quando faz sentido para o seu modelo)
“entrega”, “prazo”, “garantia”, “original”
“melhor”, “top”, “avaliações” (atenção ao custo, mas é comprador comparando)
Quando você mistura intenção fria e quente no mesmo grupo, o anúncio vira genérico para todo mundo — e genérico perde leilão ou paga caro.
3) Correspondência e negativas: o freio que protege seu orçamento
Boa parte do CPC alto vem de tráfego desperdiçado. Não é só pagar caro; é pagar caro por gente errada.
Rotina que reduz custo e aumenta qualidade:
Use frase e exata para termos de compra.
Deixe ampla com critério (e com negativas fortes).
Revise termos de pesquisa com frequência e alimente sua lista de negativas.
Esse ajuste costuma baixar CPC indireto porque melhora CTR e conversão (o algoritmo aprende mais rápido e com menos ruído).
4) Criativos com “pré-qualificação”: menos clique curioso, mais clique comprador
Se você promete demais no anúncio, você vai pagar por cliques que não fecham. O truque é o oposto: filtrar antes do clique.
Coloque preço inicial ou “a partir de” quando aplicável.
Inclua para quem é (ex.: “para e-commerce”, “para clínica”, “para B2B”).
Deixe claro o próximo passo (simulação, orçamento, agendamento).
Isso pode reduzir o volume de cliques, mas aumenta a proporção de compradores — e costuma melhorar o custo por resultado.
A história: o dia em que baixamos CPC sem “milagre” (e com mais vendas)
Voltando ao Guilherme Celi: ele vendia um produto de ticket médio e estava com CPC alto e ROAS instável. A conta “girava”, mas o lucro não aparecia com consistência.
Quando abrimos a estrutura, vimos três problemas:
Um único grupo de anúncios misturando termos de pesquisa com intenções muito diferentes.
Anúncios sem filtro (prometiam demais e atraíam curiosos).
Uma landing page lenta e com proposta genérica, sem prova rápida.
O gargalo era claro: pós-clique + mensagem. O sistema estava “comprando atenção” e entregando dúvida.
Em vez de subir orçamento ou trocar toda a conta, fizemos uma mudança de direção: tratamos o funil como uma linha de produção. Se a restrição é a etapa pós-clique, não adianta acelerar o clique. Você só entope a etapa lenta e paga mais.
O que ajustamos, na prática:
Separação por intenção (compra imediata vs. comparação vs. pesquisa).
Negativas agressivas em termos que atraíam “como fazer”, “grátis”, “download”.
Nova promessa na landing: direta, específica, com prova acima da dobra.
Extensões completas e títulos com filtro (para reduzir clique errado).
O resultado típico desse tipo de correção é previsível: menos desperdício, mais relevância, melhor taxa de conversão. E quando conversão sobe com consistência, o sistema tende a precificar melhor seu tráfego ao longo do tempo.
Não foi um “hack”. Foi remover o gargalo.
A solução irresistível: um plano prático para reduzir CPC e atrair compradores
Se você quer sair do modo “apagar incêndio” e entrar no modo “escala com controle”, siga este plano em 7 passos. Ele foi desenhado para quem vende online e quer pagar menos por clique sem sacrificar vendas.
Passo 1: defina o que é um comprador (e o que é só um visitante)
Antes de mexer na conta, responda:
Qual ação define sucesso? Compra, lead, chamada no WhatsApp?
Qual é o ticket e a margem? Quanto você pode pagar por aquisição?
Quais termos indicam “agora” e quais indicam “um dia”?
Sem isso, você otimiza para clique barato — e não para lucro.
Passo 2: reorganize por intenção (e pare de misturar tudo)
Estruture seus grupos/campanhas por intenção. Um modelo simples:
Alta intenção: termos de compra (exata/frase).
Média intenção: comparativos (melhor, avaliações, vs.).
Baixa intenção: informacionais (se usar, isole e limite orçamento).
Isso melhora relevância e aumenta a chance de CTR e conversão consistentes.
Passo 3: escreva anúncios que filtram (e vendem)
Use a regra: “se não é comprador, melhor que não clique”. Inclua:
Quem é (segmento)
O que entrega (resultado)
Qual condição (prazo, garantia, a partir de)
Qual prova (número, avaliação, diferencial real)
Se você precisa de ajuda para alinhar oferta, página e anúncio, a CREIS Consultoria faz esse diagnóstico de ponta a ponta.
Passo 4: ataque a página de destino (onde o dinheiro se perde)
Checklist rápido para reduzir CPC via melhora de experiência e conversão:
Carregamento rápido no 4G.
Título igual (ou muito próximo) da promessa do anúncio.
Prova acima da dobra: depoimento, números, selos, garantia.
CTA único e claro (comprar, simular, falar).
Remova distrações (menus gigantes, links desnecessários).
Isso aumenta conversão e reduz o “volta para o Google”, sinal clássico de baixa satisfação.
Passo 5: use negativas como rotina, não como correção tardia
Crie um hábito semanal:
Revisar termos de pesquisa.
Negativar intenções erradas.
Separar o que merece um grupo próprio (termos bons que estão “perdidos”).
Esse passo sozinho pode economizar muito orçamento em nichos concorridos.
Passo 6: ajuste lances só depois que a casa estiver em ordem
Quando intenção, anúncio e página estão alinhados, aí sim faz sentido calibrar estratégia de lances. Caso contrário, você só acelera um funil vazando.
Comece com controle (CPC manual ou estratégia com limites, conforme maturidade).
Depois migre para automação com base em conversões confiáveis.
Passo 7: acompanhe o gargalo toda semana (porque ele muda)
No começo, o gargalo pode ser página. Depois, pode ser criativo. Depois, pode ser mix de intenção. Seu trabalho é sempre perguntar: “o que está limitando o fluxo de vendas agora?”
Oferta: quer reduzir CPC com foco em compradores e parar de queimar orçamento?
Se você já investe ou quer investir e quer atrair compradores (não curiosos), eu posso te ajudar a identificar o gargalo e corrigir o que está encarecendo seu clique.
Na prática, você sai com:
Mapa de intenção (o que comprar, o que excluir, o que separar).
Recomendações de estrutura de campanhas e grupos.
Ajustes de mensagem para pré-qualificar cliques.
Checklist de página para aumentar conversão e reduzir desperdício.
Para isso, fale com a consultoria de Google Ads e agende uma sessão estratégica.
Métricas que importam (e as que te enganam)
Para atrair compradores e reduzir CPC, olhe o conjunto — não uma métrica isolada.
CPC: útil, mas não manda no lucro sozinho.
CTR: mostra aderência do anúncio à intenção.
Taxa de conversão: sinal de alinhamento anúncio/página.
CPA: custo por aquisição (a métrica de “sobrevivência”).
ROAS / Margem: a métrica de “crescimento saudável”.
Parcela de impressão: indica se você perde por orçamento ou ranking.
Um erro comum é comemorar CPC baixo com conversão ruim. Isso é tráfego barato… e caro ao mesmo tempo.
Ferramentas e rotinas que ajudam (sem complicar)
Relatório de termos de pesquisa (toda semana).
Teste A/B de variações de título e descrição (mensagem primeiro, layout depois).
Auditoria de velocidade mobile (página lenta aumenta desperdício).
Rastreamento de conversões validado (sem dado confiável, automação vira loteria).
Erros comuns que mantêm seu CPC alto
Mandar todo mundo para a home em vez de uma landing específica.
Deixar ampla sem negativas e “esperar o algoritmo aprender”.
Prometer demais no anúncio e assustar na página (ou o contrário).
Otimizar para clique e não para compra/lead qualificado.
Mexer em tudo ao mesmo tempo e não saber o que funcionou.
FAQ: dúvidas rápidas sobre reduzir custo por clique
Como reduzir CPC rápido?
O caminho mais rápido costuma ser cortar desperdício: negativas, segmentação por intenção e anúncios que filtram curiosos. Mas a queda sustentável vem de melhorar relevância e página.
CPC baixo significa mais lucro?
Não necessariamente. O que paga as contas é CPA, ROAS e margem. CPC é uma peça do quebra-cabeça.
Automação de lances aumenta ou reduz CPC?
Pode fazer ambos. Se suas conversões estão bem medidas e sua estrutura está alinhada com intenção, a automação tende a buscar eficiência. Sem base, ela pode encarecer e piorar a qualidade.
Vale a pena anunciar em termos “melhor” e “avaliações”?
Frequentemente sim, porque são pessoas comparando antes de comprar. Mas isole em grupos próprios e tenha anúncios/página focados em prova e diferenciais.
Fechando o ciclo: reduzir CPC é consequência de destravar o gargalo
Se você quer reduzir o custo por clique no Google Ads e atrair compradores, pare de tratar o CPC como inimigo. Trate como termômetro. O que cura é alinhar intenção, mensagem e experiência pós-clique — e atacar a restrição que limita seu fluxo de vendas.
Se você quiser que eu olhe seu caso e diga exatamente onde o dinheiro está vazando, fale com a CREIS e vamos direto ao ponto.
Fale Agora Mesmo Comigo Pelo WHATSAPP
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