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O que mudou no Google Ads em 2025: novidades e tendências que destravam vendas

  • Title tag: Google Ads 2025: novidades, tendências e como destravar vendas em PMEs

  • Meta description: Google Ads em 2025: o que mudou, o gargalo que trava resultados e como destravar vendas com IA, dados próprios e lances por valor.

  • Slug: google-ads-2025-novidades-tendencias

  • Palavras-chave secundárias: Performance Max, Demand Gen, Consent Mode v2, lances baseados em valor, first-party data, GA4, Enhanced Conversions

  • Tempo estimado de leitura: 8 minutos


Introdução narrativa (história pessoal)

Eu sou Gil Celidonio. Em 2017, eu achava que entendia tudo de Google Ads: organizar grupos de anúncios, lapidar palavras-chave negativas e ajustar lances manualmente como um maestro. Funcionava. Até que, de repente, não funcionou mais. Me lembro da manhã em que abri o painel e vi uma campanha que queimou 60% do orçamento em cliques “perfeitos” — e zero vendas. Eu fiquei ali, encarando a tela, percebendo que a plataforma havia mudado mais rápido do que eu.



Foi um soco no estômago. E foi o ponto de virada. Quando mergulhei na nova lógica — automação, sinais de valor, dados próprios — entendi algo que carrego até hoje: no Google Ads moderno, quem ganha não é quem clica melhor; é quem alimenta melhor a IA com o sinal certo de negócio.


Em 2025, vejo muitos donos de pequenas e médias empresas repetindo meu erro de anos atrás. Achar que o gargalo está no CPC “caro”, nas palavras-chave amplas ou na Performance Max “sem controle”. Não está. O gargalo é outro — e quando você destrava, o fluxo de vendas muda de patamar.



O.P.H.I.O. — Estrutura que vende em 2025


O — Objeção: “Google Ads ficou caro e imprevisível”

Você talvez pense: “Em 2025, Google Ads ficou inviável para PMEs. A IA decide sozinha, o CPC subiu e o retorno caiu”. Essa objeção é comum e tem um fundo de verdade: a plataforma mudou. Cookies de terceiros estão sumindo, o Consent Mode v2 e a modelagem de conversões viraram norma, públicos semelhantes foram aposentados e o broad match está mais amplo do que nunca. Mas o problema central não é o custo. É o sinal.


Sem medir corretamente e enviar sinais de valor (conversões qualificadas e valores de receita ou lead), a IA do Google lances por objetivos errados. Resultado: você paga caro por cliques e barateia o que não vende. Esse é o gargalo segundo a Teoria das Restrições: o ponto que determina todo o fluxo. No Google Ads 2025, o gargalo é a qualidade do sinal de conversão.



P — Prova: quando o sinal muda, o custo desaba e o lucro sobe

  • Implementando Enhanced Conversions e Consent Mode v2, campanhas recuperam conversões perdidas por bloqueios e modelam de forma mais fiel o que vende.

  • Ao trocar CPA genérico por lances baseados em valor (Maximizar valor de conversão / tROAS) e enviar valores reais por lead (diferença entre MQL, SQL e venda), a Performance Max para de perseguir volume barato e começa a buscar clientes lucrativos.

  • Conectando CRM (Pipedrive, HubSpot) ao Google Ads via Offline Conversion Import (OCI), o algoritmo aprende quais cliques viraram receita, e não só “contatos”.

Quando esses três pontos entram, é comum ver dois efeitos práticos: menos desperdício em termos genéricos e mais verba alocada em segmentos com maior LTV. Não é magia; é ToC aplicada: remove-se o gargalo do sinal e todo o sistema flui.



H — História: a virada que vivi com um cliente PME

Uma PME de serviços B2B me procurou em 2024 reclamando do clássico: “CPC alto, leads frios, PMax sem direção”. Em uma semana, descobrimos o gargalo: conversões de “formulário enviado” eram tratadas como venda final. O algoritmo aprendia que preencher formulário era o fim do jogo.


Redesenhamos o funil com micro e macro conversões, atribuimos valores distintos (R$ 5 para visita qualificada, R$ 60 para MQL, R$ 250 para SQL e valor real quando virava proposta aceita), ativamos Enhanced Conversions e importamos conversões offline do CRM. Em 45 dias, a Performance Max realocou 38% do orçamento para segmentos com maior intenção, o cost per qualified lead caiu e o ROAS modelado subiu. Não foi mágica; foi foco no bottleneck do sinal certo.



I — Irresistível: o mapa de 2025 que PMEs precisam

  • Performance Max + Demand Gen: criativos nativos, públicos por sinais e metas de valor trabalham juntos para capturar e aquecer demanda.

  • Dados próprios como vantagem competitiva: listas de clientes, eventos de CRM e valores por lead abastecem a IA.

  • Estratégia de lances por valor e segmentação por lucro, não por clique.

  • Privacidade por padrão: Consent Mode v2, modelagem de conversões e GA4 orquestrados para não perder o que conta.


O — Oferta: Sessão Estratégica Google Ads 2025

Se você é dono de uma PME e quer destravar vendas com Google Ads em 2025, ofereço uma sessão estratégica para auditar seu gargalo de sinal e desenhar um plano de 90 dias. Sem modismos, sem promessas vazias — só o que move ponteiros. Agende uma sessão estratégica agora.



O que realmente mudou no Google Ads em 2025 (e o que fazer)

  • IA em tudo: criativos, lances, segmentação por sinais e experiências de anúncio geradas por IA. A chave é alimentar bem a IA com dados próprios e valores.

  • Cookies de terceiros em declínio: dependência maior de Consent Mode v2, modelagem e first-party data.

  • Performance Max mais madura: controle via sinais, públicos de dados próprios, feed de produto/serviço e campanhas complementares (Search/Demand Gen) para captar intenção.

  • Lances baseados em valor: otimização por margem, LTV e estágio do funil supera CPA plano.

  • Medição integrada: GA4 como hub, Enhanced Conversions e importação de conversões offline via CRM.


Teoria das Restrições aplicada ao Google Ads

  1. Identifique o gargalo: qualidade do sinal de conversão (métricas erradas, pouca coleta, valores ausentes).

  2. Explore o gargalo: priorize eventos de alto valor, normalize nomes de conversão, dedupe leads, implemente Consent Mode v2.

  3. Subordine todo o sistema: alinhe criativos, lances e orçamentos para favorecer o que alimenta o gargalo.

  4. Eleve o gargalo: traga dados do CRM, valores por lead, LTV e margem por segmento.

  5. Evite a inércia: monitore semanalmente e ajuste quando o gargalo migrar (criativos, oferta, site).

Impacto direto no fluxo de vendas: quando a IA recebe sinal rico e consistente, ela prioriza quem tem mais chance de comprar. O funil deixa de acumular “contatos” e passa a produzir receita previsível.



Plano de ação prático (90 dias)

  1. Semana 1–2: Auditoria de medição Revisar tags no Google Tag Manager; ativar Consent Mode v2.

  2. Configurar Enhanced Conversions e GA4 com eventos e parâmetros de valor.

  3. Definir micro/macro conversões e valores por estágio (visita qualificada, MQL, SQL, venda).

  4. Semana 3–4: Integração de dados próprios Conectar CRM (HubSpot, Pipedrive) via Offline Conversion Import.

  5. Criar listas de clientes e públicos com sinais (tempo de cliente, ticket médio, margem).

  6. Semana 5–6: Estratégia de campanhas Search com correspondência ampla + negativos inteligentes e lances por valor.

  7. Performance Max abastecida com audience signals, criativos e feed de produto/serviço.

  8. Demand Gen para aquecer demanda com vídeo/imagem e retargeting de alto valor.

  9. Semana 7–8: Criativos orientados a TOC Mensagens que atacam o gargalo do cliente: risco, velocidade, prova social e oferta clara.

  10. Testes A/B de ganchos e ofertas; 3–5 variações por asset group.

  11. Semana 9–12: Otimização por lucro Migrar para Maximizar valor de conversão com tROAS por campanha/linha.

  12. Reforçar sinal com valores dinâmicos por lead e importação offline semanal.

  13. Realocar orçamento com base no Valor por Impressão Elegível e Margem por Canal.


Métricas que importam em 2025

  • Taxa de consentimento (Consent Mode v2 ativo): indica cobertura de modelagem.

  • Taxa de match do Enhanced Conversions: qualidade do envio de e-mail/telefone/CPF hash.

  • ROAS por margem (não só receita): ROAS ajustado pela margem de contribuição.

  • CAC por segmento e LTV/CAC: eficiência no longo prazo.

  • SQL rate e Win rate por campanha: evita otimizar para lead frio.

  • Share de impressões elegíveis e Perda por orçamento: espaço para escalar com lucro.


Ferramentas e automações úteis

  • Google Tag Manager + Consent Mode v2 para governança de tags.

  • GA4 com eventos personalizados e dimensões para funil.

  • Enhanced Conversions e OCI para sinal de receita/lead qualificado.

  • Looker Studio para dashboards de ROAS por margem e LTV/CAC.

  • Zapier/Make para enviar status do CRM como conversões offline.

  • Scripts/Rules no Google Ads para pausar termos caros sem valor e reforçar vencedores.


Erros comuns que custam vendas

  • Usar CPA plano como única meta em 2025, ignorando valor e margem.

  • Não implementar Consent Mode v2 e perder atribuição por privacidade.

  • Tratar “formulário enviado” como venda e treinar a IA para volume, não lucro.

  • Criar Performance Max sem audience signals e sem feed/valores.

  • Negligenciar criativos e ofertas; IA não salva uma proposta fraca.

  • Não integrar CRM e deixar o Google “cego” para o que virou receita.


FAQ


1) Performance Max vale a pena para PME em 2025?

Sim, desde que você alimente a campanha com dados próprios, valores por conversão e criativos de qualidade. Sem isso, ela persegue volume. Com isso, persegue lucro.



2) Devo usar correspondência ampla no Search?

Em 2025, a ampla funciona bem com negativos sólidos e lances por valor. Se o sinal for pobre, o desperdício cresce. Se o sinal for rico, você captura demanda incremental.



3) Preciso do Consent Mode v2 mesmo?

Sim. Sem ele, a modelagem perde cobertura e a atribuição fica subestimada, o que derruba o aprendizado da IA e piora os lances.



4) Como medir LTV no Google Ads?

Envie valores por lead e importações offline com estágios do funil e receita realizada. Use Looker Studio para mapear LTV/CAC por campanha.



5) Quanto tempo leva para ver resultado?

Após corrigir medição e sinal de valor, 2–4 semanas para estabilizar o aprendizado de lances e 6–12 semanas para uma leitura sólida de ROAS por margem.



Conclusão: recapitulação do gargalo e próximo passo

O Google Ads em 2025 não ficou “impossível”. Ele ficou seletivo. O gargalo que trava resultados em PMEs é a qualidade do sinal de conversão. Destrave com Consent Mode v2, Enhanced Conversions, importação offline e lances por valor. Subordine criativos, orçamento e segmentação a esse gargalo. O impacto? Menos clique vazio, mais receita previsível.


Agende uma sessão estratégica agora e vamos, juntos, desenhar seu plano de 90 dias para destravar vendas.


Autor: Gil Celidonio


 
 
 

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