O que mudou no Google Ads em 2025: novidades e tendências para vender mais
- GIL CELIDONIO
- 12 de out. de 2025
- 7 min de leitura
Promessa: você vai entender o que realmente mudou no Google Ads em 2025, identificar o gargalo que está travando suas vendas e aplicar um plano simples para aumentar lucro com Performance Max, Demand Gen e dados próprios.
A história que mudou minha visão sobre escalar vendas com Google Ads
Eu sou o Gil Celidonio. Em fevereiro, recebi uma mensagem da Marina Duarte, dona de uma loja online de acessórios premium. Ela estava exausta: “Gil, o Google Ads ficou caro, a Performance Max gasta e eu não sei o que funciona. Ou eu arrumo isso, ou corto tudo”.
Eu já tinha visto esse filme. Campanhas bem configuradas, relatórios bonitos, mas faturamento estagnado. Quando abri as contas, entendi o drama: as automações estavam famintas por dados de qualidade, e o negócio não estava alimentando o sistema com o que ele precisava para otimizar.
Nos dias seguintes, destravei um ponto crítico e, como num dominó, o restante fluiu. Não foi um hack secreto. Foi remover o gargalo certo. O que mudou em 2025 no Google Ads apenas tornou essa verdade mais clara: quem entende o gargalo cresce; quem ignora, paga caro.
O gargalo invisível que trava suas vendas no Google Ads
Segundo a Teoria das Restrições, sempre existe um ponto que limita o desempenho do sistema. Em 2025, no Google Ads, esse gargalo é quase sempre o mesmo: qualidade e disponibilidade de dados de conversão e valor.
Sem dados confiáveis e ricos (valor por pedido, lead qualificado, LTV, consentimento, sinais de público), a IA do Google tenta “adivinhar”. Resultado? Orçamentos desperdiçados, clickbait criativo que não vira lucro, “conversões” que não pagam as contas e uma sensação de que “o Google Ads não funciona mais”.
Quando você alimenta o sistema com dados próprios (first-party), ativa o Consent Mode, envia Enhanced Conversions, importa conversões offline e usa lances por valor, o funil volta a fluir: a Performance Max para de pescar no raso, o Demand Gen encontra compradores reais e o Search deixa de brigar por termos ruins.
O gargalo não é a ferramenta. É o dado que chega até ela. E é isso que mudou a forma de ganhar em 2025.
A prova de que mudou: dados e sinais do mercado
Você não precisa “acreditar” em mim. Olhe os sinais que moldam 2025 no Google Ads:
Privacidade em alta e menos cookies de terceiros: o Chrome acelerou o fim dos cookies de terceiros, forçando mais modelagem de conversões e a necessidade de first-party data, Consent Mode v2 e Enhanced Conversions.
Atribuição orientada por dados (DDA): tornou-se padrão, valorizando jornadas multicanal e exigindo que você envie eventos com valor real para o algoritmo.
Performance Max mais controlável: exclusões de marca, insights de termos de pesquisa, feeds mais ricos e sinalização de público melhoram a qualidade do tráfego.
Demand Gen em alta: integração com YouTube (incluindo Shorts) e Gmail gera demanda rentável no topo e meio do funil, quando alimentado com criativos e dados.
Criação de assets com IA generativa: geração e variação de títulos, descrições, imagens e vídeos com o motor de IA do Google, acelerando testes criativos.
Merchant Center Next e feeds mais inteligentes: dados de produto (atributos, títulos, imagens, estoques e margem) agora determinam grande parte do sucesso de PMax para e-commerce.
Integração profunda com GA4: modelagem, públicos preditivos e análise de funil exigem taxonomia de eventos coerente e envio de valor por conversão.
Tradução: 2025 premia quem mede bem, manda valor por evento e treina a IA com sinais de comprador — não quem troca de botão a cada semana.
Do caos ao controle: o caso da Marina Duarte
Quando começamos, a Marina estava com CPCs altos, ROAS instável e a Performance Max canibalizando a marca. O rastreamento pegava “leads” genéricos e o pixel não tinha ideia de quem realmente comprava.
Fizemos três movimentos simples, mas profundos:
Reinstalamos a base de mensuração: Consent Mode ativo, Enhanced Conversions, importação de offline conversions do CRM e envio de valor de pedido (com margem) ao Google Ads e GA4.
Viramos a chave para valor: lances Maximize Conversion Value com ROAS-alvo, segmentos de produtos por margem e exclusões de marca e termos ruins em PMax.
Criamos um motor criativo: variações de vídeo curto para Shorts e YouTube, imagens nativas para Demand Gen e textos que espelhavam as dores do comprador.
Em 45 dias, o que parecia “sorte” virou método: o CPA caiu, o ROAS subiu e a participação de pedidos com alto valor aumentou. Não foi magia — foi remover o gargalo de dados, treinar a IA e subordinar todo o resto a isso.
A solução irresistível: o plano para destravar vendas em 2025
Aplicando a Teoria das Restrições ao Google Ads, seguimos 5 passos. É simples, direto e replicável.
1) Identifique o gargalo
Audite o rastreamento: GA4, Google Ads, Tag Manager, Consent Mode v2 e Enhanced Conversions.
Cheque se você envia valor por conversão (ticket, margem, LTV) e se há consistência entre GA4 e Ads.
Verifique a saúde do feed (e-commerce): títulos, atributos, imagens, disponibilidade e categorias.
Mapeie a qualidade dos criativos: vídeos curtos, mensagens por etapa do funil e provas de valor.
2) Explore o gargalo (faça mais com o que já tem)
Ative lances por valor (Maximize Conversion Value + ROAS-alvo) nas campanhas maduras.
Implemente importação de conversões offline (qualificação de lead, vendas no CRM, LTV).
Use sinais de público na PMax e no Demand Gen com 1P data (listas de clientes, engajados, compradores).
Organize PMax por clusters de margem e ciclo de compra; adicione exclusões de marca e temas de pesquisa relevantes.
3) Subordinar tudo ao gargalo
Realinhe orçamento: priorize as campanhas com dados robustos e ROAS previsível.
Crie um calendário criativo quinzenal: 3-5 novos vídeos/imagens por ciclo, focados em prova e oferta.
Padronize eventos e nomes de conversão; corte métricas de vaidade que confundem a otimização.
No Search, use correspondência ampla com Smart Bidding apenas onde houver dados; mantenha termos exatos críticos.
4) Elevar o gargalo
Considere server-side tagging para melhorar a qualidade de dados e a resiliência a bloqueios.
Integre CRM: envie status de lead qualificado e valor de venda para treinar o algoritmo.
Otimize feed com títulos orientados a busca, atributos completos e imagens que vendem.
Teste Demand Gen para gerar demanda e nutrir PMax com sinais de alto valor via engajamento.
5) Repita o ciclo
Revise o gargalo a cada 30 dias: às vezes migra de dados para criativos ou oferta.
Documente aprendizados: o que escalou, o que travou, o que será testado.
Plano de 14 dias para colocar em campo
Dia 1-2: Auditoria de mensuração (GA4, Ads, Consent Mode v2, Enhanced Conversions) e checklist de feed.
Dia 3-5: Implantação técnica e valor por conversão; mapeamento de eventos e importação de offline conversions.
Dia 6-8: Reorganize PMax por margem, ative exclusões de marca e sinais de público; limpe termos no Search.
Dia 9-11: Produza 5-7 criativos: 3 vídeos curtos, 2 imagens nativas, 2 variações de títulos e descrições.
Dia 12-14: Ajuste lances por valor (ROAS-alvo), publique Demand Gen e estabeleça o painel de métricas.
Oferta: vamos montar seu mapa de lucro em 7 dias
Se você quer acelerar, eu e meu time podemos conduzir o processo com você. Em 7 dias construímos o Mapa de Lucro 2025 do seu Google Ads:
Auditoria completa de dados, Consent Mode e Enhanced Conversions.
Plano de valor por conversão (ROAS-alvo, margem, LTV) e reestruturação de PMax.
Roteiro criativo para Demand Gen, YouTube e anúncios responsivos.
Painel de métricas no Looker Studio e rotina quinzenal de testes.
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Guia de bolso 2025: métricas, ferramentas, erros e FAQ
Métricas que importam em 2025
ROAS/CMV (valor de conversão / custo): ajuste por margem para decisões reais.
LTV/CAC: alinhe lances e orçamento ao valor de longo prazo.
Taxa de consentimento: impacta diretamente a mensuração e a otimização.
% de conversões com valor enviado: quanto mais, melhor o treinamento da IA.
Tempo até a conversão e participação de novos clientes: saúde do funil.
Ferramentas recomendadas
GA4 com taxonomia de eventos padronizada e integração com Google Ads.
Google Tag Manager (preferencialmente com server-side tagging).
Consent Mode v2 e Enhanced Conversions.
Merchant Center Next com feed enriquecido e dados de disponibilidade/preço.
Looker Studio para painéis de decisão.
Ferramentas de criação de assets com IA para acelerar variações.
Erros comuns que estão custando caro
Medir leads sem qualidade e otimizar para “envio de formulário” genérico.
Não enviar valor por conversão e depois culpar a automação.
Rodar PMax sem exclusões de marca e sem segmentação por margem.
Usar criativos reciclados de social em Demand Gen sem adaptar a linguagem da plataforma.
Deixar o feed pobre (título sem palavra-chave, imagem ruim, atributos faltando).
Trocar tudo toda semana, impedindo o aprendizado do algoritmo.
FAQ rápido
PMax é para todo mundo? Funciona muito bem em e-commerce e catálogos, mas exige feed sólido e valor por conversão. Para serviços, combine com Search e importação de leads qualificados.
Preciso de muitos criativos? Você precisa de criativos que vendem. Comece com 3-5 variações por ciclo, focando proposta única, prova e oferta.
E se eu não tenho e-commerce? Implemente offline conversions (SQL, vendas) e lances por valor; isso muda o jogo em serviços e infoprodutos.
Quanto investir para começar? Orçamento que gere ao menos 30-50 conversões/mês na campanha principal. Se não for possível, foque em microconversões qualificadas com valor proxy.
A IA do Google substitui teste humano? Não. Ela amplifica o que você alimenta. Estratégia, oferta e dados corretos continuam sendo o diferencial.
Conclusão: 2025 premia quem simplifica o gargalo
O Google Ads em 2025 não ficou “impossível”; ficou mais honesto. Sem dados, sem valor e sem oferta clara, a IA não tem como entregar lucro. Com base sólida, a automação vira sua melhor funcionária, 24/7.
O caminho é direto: identifique o gargalo (dados), explore e subordine o sistema a ele, eleve com integrações e repita. PMax, Demand Gen e Search passam a trabalhar a seu favor.
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