top of page

Google Ads para e-commerce: como aumentar vendas com ROI positivo

Atraia compradores prontos para comprar, elimine desperdício e faça cada real investido trabalhar a seu favor.



Eu lembro como se fosse ontem: uma terça-feira comum, café já frio, e o celular vibrando com uma mensagem curta do “Rafael Celidônio” — nome fictício de um especialista que eu conheci num grupo de empreendedores. Ele tinha aquele tipo de calma que irrita quem está desesperado.


“Gil, eu tô gastando R$ 300 por dia e vendendo… mas parece que eu nunca saio do lugar.”


Na hora eu pedi dois prints: o primeiro do painel do Google Ads, o segundo do checkout do e-commerce. A receita existia. O produto era bom. O site não era uma tragédia. Mesmo assim, o dinheiro escorria pelos dedos. E o pior: ele estava convencido de que o problema era “aumentar o orçamento”.


Foi aí que eu vi, com clareza, o que mais trava resultado em e-commerce: você pode ter tráfego, oferta e até boas taxas… mas se o sistema tem um gargalo, todo o resto vira enfeite. A boa notícia é que, quando você encontra o gargalo certo e ajusta, as vendas não sobem “um pouco”. Elas mudam de patamar — e o ROI vem junto.



O gargalo que mais trava suas vendas (e por que aumentar orçamento piora)

Na Teoria das Restrições, de Goldratt, a regra é simples: o desempenho do sistema é limitado por um único gargalo principal. No Google Ads para e-commerce, esse gargalo quase nunca é “falta de cliques”. Na prática, ele costuma ser um destes:


  • Campanha sem intenção de compra: você paga para atrair curiosos, não compradores.

  • Feed ruim no Shopping: produto até aparece, mas perde no leilão e na confiança.

  • Mensagem errada: anúncio promete uma coisa e a página entrega outra.

  • Oferta fraca (ou mal apresentada): o cliente até quer, mas não vê motivo para fechar agora.

  • Medição quebrada: você otimiza no escuro e chama de “otimização”.

O erro mais caro é tentar compensar gargalo com orçamento. Isso só faz você comprar “mais do mesmo”: mais cliques errados, mais carrinhos abandonados, mais ansiedade no fim do mês.



O diagnóstico rápido: onde o dinheiro está vazando?

Antes de mexer em campanha, responda com números (não com feeling):


  • Quais campanhas trazem compradores (e não só visitas)?

  • Qual é o seu CPA por categoria/produto?

  • Você sabe seu ROAS por canal e por campanha?

  • Seu tracking de conversão está confiável (com conversões primárias bem definidas)?

Seu gargalo aparece quando você cruza intenção + conversão + margem. E aqui está o ponto que quase ninguém encara: ROI positivo não nasce de “otimização de campanha” isolada. Ele nasce de sistema: produto certo, oferta certa, tráfego certo e medição certa.



A prova: o que realmente move ROI positivo em Google Ads

Você não precisa de “hack”. Você precisa de alavancas. Em 2025, as contas que mais crescem com tráfego pago têm um padrão bem claro: elas tratam Google Ads como uma máquina de captura de demanda existente (pessoas já buscando), e não como entretenimento.


Na prática, ROI positivo aparece quando você domina estas relações:


  • Intenção → quanto mais perto do “quero comprar”, maior a taxa de conversão.

  • Relevância → anúncios e páginas alinhados reduzem desperdício e elevam qualidade.

  • Margem → ROAS alto não salva produto com margem ruim (e vice-versa).

  • Velocidade de aprendizagem → teste rápido com controle evita meses de gasto cego.


Exemplo simples (que decide lucro ou prejuízo)

Imagine que você vende um produto de R$ 299 com margem líquida de R$ 90 após custos e logística. Se seu CPA médio é R$ 110, você pode até comemorar “vendas”, mas está comprando prejuízo.


Quando você identifica o gargalo, o jogo muda: em vez de tentar “subir ROAS” na marra, você ajusta o ponto que limita o sistema — e isso reduz CPA ou aumenta ticket/margem com consistência.



A história: como uma conta destravou quando parou de correr atrás de cliques

Voltando ao Rafael: a loja dele vendia itens para casa, com forte apelo visual. Ele rodava Pesquisa com palavras amplas, uma Performance Max “genérica” e um remarketing que seguia todo mundo — inclusive quem só olhou a página “sobre”.


O que fizemos primeiro não foi “mexer em lance”. Foi encontrar o gargalo. E ele estava em dois lugares:


  • Intenção mal filtrada: termos amplos traziam tráfego curioso demais.

  • Oferta diluída: anúncio falava de “qualidade” e “design”, mas não dava um motivo para comprar agora.


O que mudou (em linguagem de dono de e-commerce)

Em vez de “mais volume”, reorganizamos para “mais decisão”. A ordem foi:


  1. Arrumar medição para confiar no que é venda de verdade.

  2. Separar campanhas por intenção (quem compara vs. quem compra).

  3. Subir Shopping com feed limpo e títulos que respondem busca real.

  4. Criar páginas com promessa direta: frete, prazo, parcelamento, troca.

O efeito foi rápido: menos cliques, mais pedidos. E o mais importante: previsibilidade. Ele parou de “torcer” e começou a gerir.



A solução irresistível: plano de ação para aumentar vendas com ROI positivo

Se você quer atrair compradores (e não audiência), seu plano precisa seguir uma lógica de restrição: primeiro você remove o gargalo principal, depois você aumenta capacidade. Aqui vai um roteiro prático, pensado para execução:



1) Comece pelo que compra demanda pronta: Pesquisa + Shopping

Para vender com ROI positivo, priorize formatos com intenção explícita:


  • Rede de Pesquisa: termos de produto, marca, “comprar”, “preço”, “frete”, “entrega”.

  • Shopping: catálogo forte vence porque mostra preço e produto antes do clique.

Deixe campanhas de descoberta para depois. Primeiro, você captura quem já está com cartão na mão.



2) Estruture campanhas por intenção (não por “organização bonita”)

Uma estrutura simples que costuma funcionar:


  • Pesquisa - Alta intenção: “comprar + produto”, “produto + entrega”, “produto + promoção”.

  • Pesquisa - Marca: proteja sua marca e evite perder venda pronta para concorrente.

  • Shopping - Best sellers: comece com produtos com melhor margem e giro.

  • Remarketing: focado em carrinho e checkout, com janelas curtas.

Isso acelera aprendizado e faz seu orçamento trabalhar onde existe decisão.



3) Faça o feed trabalhar por você (Shopping vive ou morre aqui)

Se você ignora feed, você está aceitando pagar mais caro no leilão. Ajustes que normalmente dão retorno:


  • Títulos com padrão de busca: tipo + modelo + medida + benefício.

  • Imagens limpas e coerentes com o produto real.

  • Preço competitivo e consistência de estoque.

  • Categorias e atributos completos para o Google entender seu catálogo.


4) A oferta precisa “fechar a venda” antes do clique

Comprador não quer poesia. Ele quer segurança. Nos anúncios e nas páginas, deixe explícito:


  • Frete e prazo (ou pelo menos “a partir de” com transparência)

  • Parcelamento

  • Troca e devolução

  • Prova social (avaliações, selos, garantia)

Quando isso está claro, seu CTR e sua conversão sobem sem você “forçar” o orçamento.



5) Use lances com objetivo certo (e com dados confiáveis)

Automação funciona quando a conversão está bem definida. Em geral:


  • Se você tem volume: estratégias baseadas em conversões tendem a estabilizar.

  • Se você tem pouco volume: comece mais controlado e aumente conforme aprende.

O ponto crítico: se seu tracking registra conversão errada (ex.: clique em WhatsApp como “compra”), o algoritmo otimiza para o que não paga boleto.



A oferta: o próximo passo para vender mais com previsibilidade

Se você quer acelerar e evitar meses de tentativa e erro, eu recomendo fazer um diagnóstico orientado a gargalo: identificar onde sua conta está limitada (intenção, feed, oferta, checkout ou medição) e construir um plano de correção com prioridade.


Quer ajuda para montar (ou corrigir) sua estratégia de anúncios e parar de pagar por tráfego que não compra?


Agende uma sessão e saia com:


  • Mapa do seu gargalo principal (o que está limitando ROI)

  • Estrutura de campanhas por intenção

  • Checklist de feed e páginas para aumentar conversão

  • Lista do que pausar, do que escalar e do que testar


Métricas que importam (e as que distraem)

Você pode ter cliques e impressões e ainda assim estar pobre. Para e-commerce, as métricas que mandam são:


  • ROAS por campanha e por categoria

  • CPA por produto (e por margem)

  • Taxa de conversão por dispositivo e por página

  • Ticket médio e % de pedidos com upsell

  • Participação de impressão (especialmente em marca e alta intenção)


Meta realista: ROAS ou ROI?

ROAS é ótimo para gestão de campanha. Mas ROI é o que paga o negócio. Seu alvo precisa considerar:


  • Margem por categoria

  • Custo logístico e devoluções

  • Taxas do meio de pagamento

  • Impostos

O e-commerce saudável não “vende muito”. Ele vende com sobra.



Ferramentas e rotinas de otimização (sem complicar)

Você não precisa de 20 ferramentas para começar. O essencial é ter rotina:


  • Semanal: termos de pesquisa, produtos campeões, produtos que drenam orçamento.

  • Quinzenal: teste de criativos/mensagens e revisão de páginas mais acessadas.

  • Mensal: decisão de escala (o que merece mais verba) e corte (o que não paga).

Otimização boa parece “chata”: é consistência, não adrenalina.



Erros comuns que atraem curiosos (e afastam compradores)

  • Campanha genérica para catálogo inteiro sem priorizar margem e giro.

  • Não negativar termos (ou negativar errado e matar volume bom).

  • Enviar todo mundo para home em vez de página de produto/categoria específica.

  • Ignorar mobile: checkout lento derruba ROI sem você perceber.

  • Otimizar para métricas de vaidade (CTR alto com venda baixa).


FAQ: dúvidas rápidas sobre Google Ads para e-commerce


Quanto investir por dia para ter resultado?

O “mínimo” depende do seu CPA esperado e da margem. Comece com um valor que permita gerar dados (conversões) sem comprometer o caixa. O objetivo inicial é aprender rápido e cortar desperdício.



Performance Max é obrigatória?

Não. Pode funcionar muito bem, mas funciona melhor quando você já tem feed sólido, medição correta e sinais de qualidade (produtos campeões, páginas fortes e histórico).



Como atrair compradores e não visitantes?

Trabalhe intenção (Pesquisa e Shopping), alinhe promessa do anúncio com a página e deixe claro frete, prazo, parcelamento e troca. Comprador quer segurança e conveniência.



Dá para ter ROI positivo vendendo produto barato?

Dá, mas exige CPA muito controlado ou estratégia para aumentar ticket (kits, combos, upsell). Produto barato com frete alto costuma pedir um trabalho forte de oferta.



Fechando o ciclo: mais vendas, menos desperdício, ROI positivo

Se você chegou até aqui, já entendeu o ponto central: não é sobre “colocar dinheiro no Google”. É sobre encontrar o gargalo que limita seu sistema e ajustar o que realmente move compradores até o checkout.


Quando você organiza campanhas por intenção, fortalece feed e oferta, e mede certo, o resultado aparece onde importa: caixa, previsibilidade e crescimento.


Fale Agora Mesmo Comigo Pelo WHATSAPP


Fale com a CREIS Consultoria e vamos destravar seu Google Ads para vender mais com ROI positivo.


 
 
 

Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação

Av. José Rocha Bomfim, 214, Sala 232 - Jardim Santa Genebra - Campinas - SP - CEP: 13.080-650

Creis Consultoria LTDA

CNPJ 37.359.012/0001-17

Nossos produtos são de entrega virtual e imediata. Somos prestadores de serviço na área de confecção de sites e gestão de campanhas no google e redes sociais. 

SUPORTE

MENU

CONTATO

Home

Nosso Time

Clientes

Serviços

Consultoria

Contato

(19) 99581-2112

google ads especialista em campinas

© 2021 por Creis Consultoria - Google ADS expert

bottom of page