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Google Ads para e-commerce: como aumentar vendas com ROI positivo


O plano prático para atrair compradores prontos, destravar seu gargalo e escalar com margem


A história que mudou minha visão sobre escala saudável

Eu, Gil Celidonio, já tive meu momento de estômago embrulhado olhando um painel de Google Ads. Era uma quarta-feira, 23h17. Bruno Teixeira, dono de uma loja de acessórios automotivos, me ligou dizendo que precisava pausar tudo. Vendas subindo, lucro sumindo. O sonho de escalar virou pesadelo.



Quando abri as campanhas, vi o clássico: tráfego crescendo em palavras genéricas, feed de produtos com títulos vagos e lances otimizados para volume, não para lucro. O caixa estava indo embora pelo ralo. Não por falta de orçamento, e sim por um gargalo simples: o sistema estava trazendo curiosos, não compradores. E quando trazia compradores, a margem não sustentava.


Naquela noite, decidi virar a chave. Reorganizei o feed, parei de pagar por termos que só geravam clique, e reorientei o algoritmo para valor de conversão real, ponderado por margem. Duas semanas depois, Bruno me ligou de novo. Mesma voz, tom diferente: ROAS mais que dobrado, custo por aquisição caindo, e estoque girando nos itens certos. A lição ficou tatuada: dinheiro não escala gargalo; inteligência sim.



O gargalo que estanca seu ROI — e como destravá-lo

Em e-commerce, quase sempre o gargalo que impede ROI positivo em Google Ads não é o orçamento. É a combinação de três pontos:


  • Intenção: campanhas que atraem pesquisa informativa, não compra.

  • Oferta: feed e páginas de produto que não comunicam valor em 3 segundos.

  • Mensuração: otimização para receita bruta, ignorando margem, LTV e aprovação de pagamento.

O segredo é tratar o sistema como uma linha de produção. Primeiro, focar no elo mais fraco. Depois, fortalecer esse elo até o próximo aparecer. Quando você direciona o algoritmo para compradores com margem e remove atritos do caminho, a máquina toda se alinha.


Qual é o gargalo mais comum em 2025? Um feed bagunçado e campanhas sem sinal de lucro. Corrija isso e o resto reage: CPC cai, taxa de conversão sobe, e o algoritmo encontra a audiência certa com mais facilidade.



Prova: por que compradores prontos valem 3 vezes mais

Na prática diária com e-commerces de diferentes nichos, três padrões se repetem quando ajustamos o foco para intenção de compra e lucro:


  • Termos de alta intenção (ex.: marca + modelo + voltagem) convertem múltiplas vezes melhor que genéricos do topo do funil.

  • Feeds completos, com GTIN, título rico em atributos e imagem profissional, aumentam a taxa de cliques e reduzem CPC.

  • Otimização por valor de conversão com margem e novos clientes faz o algoritmo priorizar pedidos mais rentáveis.

Quando essas alavancas entram em jogo, o resultado típico é queda de CAC e ROAS consistentemente acima do ponto de equilíbrio. E mais importante: escala com segurança, porque os itens corretos passam a receber o investimento, não os mais clicados.



A jornada de um lojista que trocou volume por lucro

Carla Menezes, da loja Lume Casa, me procurou com um cenário comum: muitas sessões, vendas medianas, margem espremida. O ROAS se arrastava em 1,7. Investimento congelado há meses para evitar prejuízo.


Mapeamos o gargalo: campanhas de Shopping com títulos genéricos e PMax sem segmentação por categorias, misturando marca e genéricos. Valor de conversão enviado sem descontar frete subsidiado, taxas e custo do produto. Ou seja, o algoritmo perseguia uma meta ilusória.


O plano foi direto:


  • Reescrevemos o feed com atributos que o comprador busca: medidas, material, cor, compatibilidades e diferenciais.

  • Criamos grupos de ativos em PMax por categoria, separando marca de genéricos e sinalizando audiências com dados de primeira parte.

  • Implementamos valor de conversão com margem estimada por rótulos no feed, e ROAS-alvo por rentabilidade.

  • Excluímos termos de pesquisa informativos e controlamos despesas com brand em campanhas dedicadas.

  • Melhoramos páginas de produto: prova social, cálculo de frete acima da dobra, e clareza de prazo e troca.

Em seis semanas, a conta saiu de ROAS 1,7 para 4,2, com aumento de 38 por cento no ticket médio por destaque de kits e upsell. O gargalo seguinte apareceu no checkout. Ajustamos métodos de pagamento, reduzindo recusas. A máquina seguiu rodando redonda.



O plano irresistível para ROI positivo: 7 passos práticos


1) Diagnóstico do gargalo

  • Mapeie a linha: impressões → cliques → adições ao carrinho → checkouts iniciados → pedidos aprovados.

  • Leia as quebras por categoria e por dispositivo. O elo mais fraco manda no ritmo.

  • Calcule ponto de equilíbrio: ROAS mínimo por categoria considerando margem, frete subsidiado, taxas e logística reversa.


2) Fundação de dados que o algoritmo respeita

  • Google Ads com conversões primárias de compra, conversões avançadas e Consent Mode atualizado.

  • GA4 com eventos de e-commerce por item, incluindo valor, cupom e método de pagamento.

  • Importe conversões offline quando houver aprovação posterior e use deduplicação.

  • Crie públicos de novos clientes e alto valor para sinalizar à PMax.


3) Feed e oferta imbatíveis

  • Use Merchant Center com títulos ricos: categoria + atributo crítico + marca + variação.

  • Preencha GTIN, MPN, marca, cor, tamanho, material e crie imagens limpas com contexto real.

  • Rotule produtos por margem, estoque e sazonalidade com custom labels.

  • Ative promoções, preço competitivo e variações visíveis no anúncio.


4) Estrutura de campanhas por intenção

  • Search dividido em exatas e de frase para termos de alta intenção. Genéricos só se justificam com mensagem forte e limites de custo.

  • PMax com grupos por categoria e criativos específicos. Separe marca de genéricos para controlar custo.

  • Use negativas para proteger o orçamento de pesquisas informativas.

  • Ativos de anúncio com proposta clara: frete, prazo, garantia, parcelamento, trocas e prova social.


5) Lance por lucro, não por vaidade

  • Otimize por valor com margem estimada e ROAS-alvo diferente por categoria.

  • Crie metas específicas para novos clientes quando fizer sentido escalar base.

  • Ajuste rótulos do feed para controlar investimento em produtos com margem fraca.

  • Reveja metas semanalmente. Gargalo resolvido, meta sobe. Gargalo novo, foco ajusta.


6) Criativos que atraem compradores prontos

  • Mostre diferencial em 3 segundos: entrega rápida, garantia, brinde, instalação fácil.

  • Inclua depoimentos breves e números de confiança: avaliações, trocas sem burocracia, selo de segurança.

  • Teste variações por categoria. Fale a linguagem do comprador: medidas, compatibilidade, uso real.


7) Escala controlada

  • Suba orçamento em degraus, observando métricas de qualidade. Nada de dobrar orçamento de um dia para o outro.

  • Monitore consultas, itens com gasto alto sem venda e distribuição entre marca e genéricos.

  • Quando o tráfego virar gargalo, amplie alcance com novos termos de alta intenção e novos criativos.


Agende sua sessão estratégica

Se você quer um plano sob medida para sua loja, eu abro agenda semanal para uma sessão estratégica 1 para 1. Analisamos gargalos, definimos metas por categoria e criamos seu mapa de campanhas para ROI positivo. Sem achismo, só o que move ponteiro.


  • Diagnóstico dos 3 principais gargalos do seu funil.

  • Plano de feed, estrutura de campanhas e metas de ROAS por margem.

  • Checklist de dados para o algoritmo aprender rápido com compradores certos.

Quer acelerar? Garanta sua sessão agora.


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Métricas que importam, ferramentas, erros comuns e FAQ


Métricas que realmente importam em 2025

  • ROAS e ROI por categoria, não só geral.

  • Margem por pedido e por produto, incluindo frete e taxas.

  • CAC e proporção de novos clientes.

  • Ticket médio, LTV e tempo de payback.

  • Taxa de conversão por dispositivo e por etapa do funil.

  • Share de impressões, custo por lucro e competitividade de preço.


Ferramentas recomendadas

  • Google Ads, Merchant Center e GA4 com eventos de e-commerce completos.

  • Gerenciador de tags com implementação de conversões avançadas e server-side quando possível.

  • Looker Studio para painéis por categoria e metas de ROAS por margem.

  • Otimizadores de feed como Channable ou DataFeedWatch para rótulos e regras.

  • CRM para públicos de alto valor e importação de conversões.


Erros comuns que matam seu ROAS

  • Deixar PMax sem segmentação por categoria e sem ativos específicos.

  • Não separar marca de genéricos, inflando resultados com pesquisas fáceis.

  • Otimizar por receita bruta em vez de margem e novos clientes.

  • Ignorar negativas e deixar o orçamento escorrer para consultas informativas.

  • Feed pobre: títulos vagos, sem GTIN, imagens fracas.

  • Prometer no anúncio e não entregar na página. Queda de taxa de conversão.


FAQ rápido

  1. PMax ou Search? Use ambos com papéis claros. PMax para escala por catálogo e sinais de público. Search para capturar intenção específica e controlar termos críticos.

  2. Qual investimento mínimo? O suficiente para 40 a 60 conversões por mês na principal meta. A partir daí, o algoritmo se estabiliza. Para tickets baixos, isso pode exigir orçamento menor.

  3. Quanto tempo para ver ROI positivo? Com base sólida de dados e feed organizado, primeiras melhorias surgem em 2 a 4 semanas. Para maturidade, pense em 60 a 90 dias.

  4. Funciona para ticket baixo? Sim, desde que a logística e a margem comportem. Use meta de novos clientes e kits para elevar ticket médio.

  5. E se meu estoque é limitado? Rotule produtos por estoque e margem. Direcione orçamento para itens com giro e disponibilidade real.

  6. Como definir ROAS-alvo? Parta da margem líquida. Some custos variáveis e defina o ROAS mínimo por categoria. Ajuste conforme o gargalo se move.


Conclusão: escala começa no gargalo certo

ROI positivo não é mágica, é processo. Quando você alinha intenção, oferta e mensuração por lucro, o Google Ads para de ser uma máquina de cliques e vira um sistema de aquisição de clientes com previsibilidade. Primeiro, resolva o elo mais fraco. Depois, aumente o ritmo com segurança.


Se quiser acelerar esse caminho, conte comigo para montar o plano que coloca seu e-commerce no trilho certo, do anúncio ao caixa.


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