Corte por guilhotina vs corte por laser em Campinas, Hortolândia e Americana: comparativo técnico
- GIL CELIDONIO
- 26 de set. de 2025
- 2 min de leitura
Este artigo apresenta um comparativo técnico entre dois métodos de corte amplamente usados na indústria: guilhotina e corte por laser. O foco está em aplicações comuns nas cidades de Campinas, Hortolândia e Americana, com destaque para desempenho, custos e decisões técnicas.
Como funcionam os métodos de corte
Guilhotina (prensa guilhotina): utiliza uma lâmina em movimento descendente para cisalar a chapa, gerando cortes retos com alta velocidade e em grandes volumes. É comum em linhas de produção onde as peças possuem cortes simples.
Corte por laser: utiliza um feixe de laser para aquecer, fundir ou vaporizar o material de acordo com o traçado do desenho. Oferece alta precisão, borda limpa e capacidade de cortar contornos complexos.
Parâmetros-chave
Guilhotina: espessura máxima, largura da chapa, velocidade de alimentação, ângulo de corte e necessidade de rebarba.
Laser: potência do laser, tipo de gás de assistência, foco, qualidade das lentes, kerf (largura do corte) e tolerâncias.
Vantagens e limitações
Guilhotina
Vantagens: Alto rendimento em grandes volumes
Custo por peça baixo para espessuras médias
Corte rápido para peças com formatos retos
Menos flexível para formatos complexos
Possível necessidade de rebarba na borda
Limite de espessura e largura da chapa
Corte por laser
Vantagens: Alta precisão e acabamento de borda impecável
Capacidade de cortes complexos e contornos finos
Menos deformação na borda
Custo por peça maior em volumes baixos
Velocidade menor em espessuras muito grossas
Requer manutenção de ópticas e sistemas de gás
Comparativo técnico
Precisão e acabamento: o laser oferece bordas mais limpas e tolerâncias mais rigorosas, especialmente em desenhos complexos. A guilhotina é excelente para cortes retos e repetitivos, com boa tolerância, mas pode exigir rebarba.
Espessuras e formatos: para chapas finas a médias, ambos funcionam bem; para contornos complexos, o laser tem vantagem. A guilhotina tem limitações para formatos não retos.
Velocidade e custo: a guilhotina costuma ter menor custo por peça em tiragens altas; o laser pode ter custo por peça maior, mas reduz custos de ferramental e de acabamento. Em produção de alto volume de peças simples, a guilhotina tende a ser mais rápida e econômica.
Versatilidade de materiais: o laser corta uma variedade maior de metais com revestimentos, dependendo da máquina. A guilhotina é mais comumente usada para metais ferrosos com espessuras fixas por máquina.
Como escolher entre guilhotina e laser para Campinas, Hortolândia e Americana
Antes de decidir, considere:
Volume de produção e espessura do material
Complexidade do corte (reta vs contorno)
Orçamento para aquisição ou terceirização
Requisitos de acabamento e tolerâncias
Espaço disponível e logística
Aplicações locais
Na região de Campinas, Hortolândia e Americana, a escolha entre guilhotina e laser depende da disponibilidade de centros de corte, da proximidade de parques industriais e das demandas dos clientes. Empresas locais costumam optar pelo laser quando é necessário contorno complexo e acabamento de alta qualidade, enquanto a guilhotina permanece forte em produção contínua de peças simples em grande volume.
Conclusão
Ambos os métodos são válidos, cada um com seu conjunto de vantagens. A decisão deve considerar o tipo de peça, o volume, o custo total de propriedade e o prazo de entrega. A proximidade entre Campinas, Hortolândia e Americana facilita o acesso a ambas as tecnologias, com suporte técnico local, treinamentos e assistência.



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