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Como criar anúncios que se destacam e não parecem iguais aos da concorrência

Você vai sair com um plano claro para criar anúncios que chamam atenção, geram confiança e atraem compradores (não apenas curiosos).




A história que mudou minha visão sobre anúncios “iguais”

Eu estava com o Gil Celidonio (na história, ele aparece como Gilberto Celidônio) numa tarde comum, dessas em que você abre o gerenciador de anúncios e sente que está brigando com o mesmo inimigo de sempre: o “mais do mesmo”.


Ele me contou de um cliente que vendia um produto excelente, com preço competitivo, entrega rápida e atendimento decente. Mesmo assim, os anúncios não saíam do lugar. O CTR era ok, o CPC não assustava… mas as vendas não acompanhavam. E quando vinha venda, parecia “suor demais por pedido”.


Naquele dia, o Gilberto fez uma pergunta que mudou a conversa: “Se eu trocar o logo da sua marca pelo do concorrente, seu anúncio continua fazendo sentido?”


Silêncio. Porque a resposta era sim.


O que parecia um problema criativo era, na verdade, um problema de estratégia: o anúncio estava tentando ser “bonito” e “profissional”, mas não estava sendo específico. E quem não é específico vira genérico. Quem vira genérico… vira comparável. E quem vira comparável… perde na guerra do preço.



O gargalo que trava seus resultados (e te empurra para o “mais do mesmo”)

Pela Teoria das Restrições, você não melhora o sistema inteiro “no grito”. Você identifica o gargalo, explora, subordina o resto e eleva a restrição. Em marketing, o gargalo mais comum de anúncios que parecem iguais é um só:


Falta de um mecanismo de diferenciação claro e comprovável no primeiro contato.


Sem isso, você cai em três armadilhas:


  • Promessa genérica (“qualidade”, “melhor preço”, “atendimento top”).

  • Criativo previsível (foto do produto + texto institucional).

  • Oferta sem tensão (não existe motivo real para comprar agora).

Quando esse gargalo existe, todo o resto vira maquiagem: segmentação, orçamento, lookalike, copy maior, vídeo mais bonito… você até melhora um pouco, mas bate no teto.



O teste rápido do “anúncio intercambiável”

Antes de criar qualquer peça, faça este teste simples:


  • Se eu esconder sua marca, o anúncio ainda é inconfundivelmente seu?

  • Se eu colar o anúncio no feed do concorrente, ele se mistura?

  • Se eu trocar apenas o preço, o anúncio continua convincente?

Se você respondeu “sim” para qualquer uma dessas perguntas, você não tem um anúncio: você tem um “modelo de anúncio”. E modelo todo mundo copia.



Provas do que realmente faz um anúncio vender (em vez de só aparecer)

Em 2025, a atenção está cara e a confiança está mais cara ainda. O ponto não é “gritar mais alto”, e sim reduzir a incerteza do comprador.


O que mais move compra em anúncios é a combinação de:


  • Clareza: o que é, para quem é e qual transformação entrega.

  • Prova: evidência visível, objetiva e específica.

  • Risco reduzido: garantia, teste, condições, transparência.

  • Urgência honesta: motivo real para agir agora.

Na prática, os anúncios que se destacam tendem a usar uma ou mais destas provas:


  • Antes e depois (quando aplicável) com contexto e tempo.

  • Demonstração do produto/serviço em uso, sem “produção demais”.

  • Números específicos (prazos, taxas, tempo, volume, resultado).

  • Depoimentos com detalhe do cenário do cliente.

  • Comparação clara (sem atacar concorrente): “do jeito antigo vs do jeito novo”.

Perceba: nada disso depende de “frase criativa”. Depende de argumento e evidência. Criatividade, aqui, é organizar tudo de um jeito simples e memorável.



O maior erro: tentar diferenciar no design, não na decisão

Um erro clássico é investir para “parecer premium”, quando o comprador ainda nem entendeu por que você é a escolha óbvia. Design ajuda, mas raramente é o gargalo. O gargalo é a decisão: por que comprar de você e por que agora?



Uma história real: o anúncio que parou de competir por preço

Um empreendedor (vamos chamar de Rafael) vendia um item comum no e-commerce, com dezenas de lojas parecidas. Ele tinha boas fotos, bom site, frete razoável. O problema: o anúncio era igual a todos.


Quando analisamos, ficou claro que o sistema tinha um gargalo: o Rafael até tinha diferencial, mas não colocava isso no primeiro contato. Ele fazia algo que os concorrentes não faziam: um “kit guiado” com instruções simples e suporte por mensagem para o cliente acertar na primeira tentativa.


Isso reduzia devoluções e aumentava satisfação. Era ouro… escondido.


O que mudamos:


  • Em vez de “Compre agora”, o anúncio passou a prometer primeiro acerto.

  • Em vez de foto perfeita, usamos demonstração real: “abrindo, montando, usando”.

  • Em vez de desconto, criamos uma oferta com bônus: suporte + checklist + garantia estendida.

Resultado? O anúncio não precisou “ser engraçado”. Ele ficou inevitável para quem já tinha tentado comprar aquilo antes e se frustrado. O público certo reconheceu a dor, viu a prova e enxergou um caminho seguro.


Quando você faz isso, seu anúncio para de disputar clique e começa a disputar confiança.



O plano irresistível para criar anúncios diferentes (e que atraem compradores)

Agora vamos para a parte prática. Você vai aplicar uma sequência que elimina o “mais do mesmo” e coloca seu anúncio no trilho da conversão.


Pense como um sistema: se o gargalo é diferenciação comprovável, todo o resto deve servir a isso.



1) Comece pela restrição: qual incerteza trava a compra?

Compradores não travam por falta de informação. Eles travam por medo de errar. Liste as 5 incertezas mais comuns do seu cliente:


  • “Isso funciona para o meu caso?”

  • “Vou conseguir usar?”

  • “E se não servir / não resolver?”

  • “É confiável?”

  • “Em quanto tempo chega / dá resultado?”

Escolha uma incerteza principal e faça seu anúncio girar em torno dela. Se tentar cobrir tudo, vira genérico.



2) Crie um “mecanismo” simples (um nome para o seu jeito de resolver)

Seu anúncio precisa de um “porquê” memorável. Não é slogan. É mecanismo. Exemplos de mecanismos:


  • “Método 3 Passos para…”

  • “Checklist de Compra Segura…”

  • “Sistema de Ajuste Rápido…”

  • “Protocolo Anti-Erro…”

Quando você dá nome ao seu jeito, você para de parecer commodity. E fica mais fácil provar.



3) Prova visual primeiro, explicação depois

Se você vende online, seu anúncio precisa “mostrar” antes de “explicar”. Algumas formas:


  • Vídeo curto demonstrando uso (15 a 35s) com legendas objetivas.

  • Carrossel: dor → mecanismo → prova → oferta.

  • Imagem com contraste (ex.: “com/sem”, “antes/depois”, “certo/errado”).

Uma regra: se a peça não consegue transmitir a ideia principal sem som, ela vai perder dinheiro no feed.



4) Estruture a copy para compradores (não para aplausos)

Use esta ordem simples:


  1. Chamada específica: diga para quem é.

  2. Problema real: nomeie a frustração.

  3. Mecanismo: seu jeito diferente de resolver.

  4. Prova: números, demonstração, depoimento.

  5. Oferta: o que leva + condição + risco reduzido.

Se você quiser ajuda profissional para adaptar isso ao seu mercado, marque aqui uma posição estratégica: suporte especializado em anúncios.



5) Faça sua oferta parecer “injusta” (no bom sentido)

O anúncio se destaca quando a oferta não é só “produto + preço”. Ela vira um pacote de decisão. Você pode adicionar:


  • Bônus que aumentam chance de sucesso (guias, checklists, templates).

  • Garantia objetiva (prazo claro, condição simples).

  • Prova (prints, números, estudos de caso curtos).

  • Escassez real (lote, prazo, agenda, capacidade).

E sim: às vezes o melhor “diferencial” é assumir uma promessa mais corajosa, com prova e garantia. Quem foge disso acaba parecendo igual.



Oferta e CTA: a diferença entre “tenho interesse” e “quero comprar”

Muitos anúncios até chamam atenção, mas não empurram a decisão. O motivo é simples: o CTA pede pouco compromisso (“saiba mais”), mas a página exige compra imediata. A jornada fica quebrada.


Você tem três caminhos principais (escolha um por campanha):


  • Compra direta: para produtos simples e de baixo risco.

  • Pré-venda/qualificação: para tickets maiores (leva para quiz, diagnóstico, conversa).

  • Lista/WhatsApp: para aquecer e converter com relacionamento.

Se você vende serviço, consultoria ou algo de maior valor, um funil com conversa costuma converter melhor do que empurrar para checkout frio. E aqui entra a estratégia: alinhar o tráfego pago com a etapa certa do comprador.


Outra posição estratégica para link interno: ver como montar uma oferta que converte.



Métricas que importam quando o objetivo é atrair compradores

Se você quer compradores, pare de medir vaidade. Use métricas que revelam intenção e eficiência:


  • CTR qualificado: clique + tempo na página + avanço no funil.

  • Taxa de conversão: por criativo e por ângulo de mensagem.

  • CAC: custo de aquisição por canal e por campanha.

  • ROAS/ROI: com margem real, não com preço cheio.

  • Taxa de reembolso/devolução: indicador de promessa desalinhada.

Na Teoria das Restrições, você mede o que afeta o fluxo (throughput). Em anúncios, o fluxo é: atenção → confiança → decisão. Se a conversão não sobe, o gargalo está em uma dessas etapas.



Ferramentas úteis (sem complicar)

  • Planilha simples de testes A/B (ângulo, prova, oferta, criativo).

  • Biblioteca de anúncios (para mapear padrões do setor, não para copiar).

  • Gravações curtas com demonstração (UGC ou bastidores reais).

Se você quer acelerar com uma visão externa, aqui vai outra posição estratégica: conhecer nossos serviços.



Erros comuns que fazem seu anúncio parecer igual (mesmo com boa intenção)

  • Falar com todo mundo e, por isso, não tocar ninguém.

  • Prometer “qualidade” sem evidência concreta.

  • Depoimento genérico (“amei, recomendo”) em vez de contexto (“eu tinha X, tentei Y, consegui Z”).

  • Criativo bonito e vazio (sem demonstração, sem contraste, sem prova).

  • Oferta fraca: “frete grátis” como único argumento.

  • Ignorar pós-clique: anúncio promete A, página entrega B.


FAQ: dúvidas rápidas sobre anúncios que se destacam


Preciso ser engraçado ou polêmico para chamar atenção?

Não. Você precisa ser específico e provar. Humor pode ajudar, mas não substitui clareza, mecanismo e evidência.



Quantos criativos eu devo testar por semana?

Para a maioria dos negócios, 3 a 6 variações por semana já criam aprendizado. Varie principalmente: ângulo (dor/desejo), tipo de prova e formato.



O que mais diferencia um anúncio vencedor?

Um anúncio vencedor reduz risco percebido e torna a decisão simples. Ele faz o comprador pensar: “isso foi feito para o meu caso”.



Como saber se meu gargalo é o anúncio ou a oferta?

Se você tem cliques, mas não tem conversão, pode ser oferta/página. Se você não tem cliques qualificados, é criativo/mensagem. Se você tem conversão, mas CAC alto, o gargalo pode ser diferenciação (você atrai o público errado) ou falta de prova.



Fechando: pare de tentar “parecer diferente” e comece a “decidir diferente”

Quando seus anúncios parecem iguais aos da concorrência, o problema quase nunca é falta de criatividade. É falta de um mecanismo claro, prova específica e uma oferta que reduza o risco da compra.


Resolva o gargalo primeiro. Depois, todo o resto melhora: criativo, segmentação, página, conversão. E você sai da briga de preço para a briga de confiança.


Se você quer aplicar isso com método e velocidade, marque esta posição estratégica: falar com a CREIS Consultoria.



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