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Como usar dados para tomar decisões de marketing

Transforme métricas em decisões claras para atrair compradores, aumentar conversões e escalar vendas on-line com previsibilidade.



Eu (Gil Celidônio) lembro como se fosse ontem. Um empreendedor me chamou para “dar uma olhada” nas campanhas porque, segundo ele, “o tráfego estava bom, mas as vendas não vinham”. O nome dele era André Ribeiro, dono de uma loja on-line de utilidades domésticas. Ele falava rápido, com aquela mistura de esperança e cansaço: “Gil, eu já testei criativos, troquei a oferta, aumentei o orçamento… deve ser o algoritmo.”


Quando abri o painel, vi a cena clássica: dezenas de números, gráficos coloridos e nenhuma decisão real sendo tomada. O problema não era falta de informação. Era falta de um sistema. Aquele marketing estava sendo conduzido no modo “achismo com print de dashboard”. E isso custa caro.


Naquele dia, eu fiz uma pergunta simples: “André, qual é a única métrica que, se melhorar nesta semana, melhora o seu caixa?” Ele travou. E é aí que mora o gargalo de quase todo empreendedor que quer vender on-line: ter dados demais e decisões de menos.



O gargalo que trava seu crescimento: dados sem direção

Na Teoria das Restrições, você não melhora o sistema inteiro de uma vez. Você encontra a restrição (o gargalo), explora, subordina o resto, eleva a restrição e repete. No marketing digital, o gargalo raramente é “falta de tráfego”. Na maioria das vezes é a forma como você decide.


O que trava resultados não é a ausência de dados. É a ausência de uma pergunta de negócio que os dados respondem. E, sem essa pergunta, você cai em três armadilhas:


  • Ocupação disfarçada de estratégia: mudar criativo, pausar anúncio, trocar headline, sem hipótese.

  • Métrica vaidosa como bússola: comemorar alcance e curtidas enquanto o caixa sofre.

  • O “painel Frankenstein”: um pouco de GA4, um pouco de Ads, um pouco de planilha… e nenhuma verdade única.

Na prática, seu sistema de vendas on-line vira uma fila: tráfego entra, leads entram, pedidos entram… mas um ponto específico limita tudo. Pode ser:


  • Oferta que não conversa com a intenção de compra

  • Página de produto lenta ou confusa

  • Checkout com atrito

  • Follow-up inexistente no WhatsApp

  • Campanhas otimizadas para clique, não para compra

Perceba: todos esses gargalos são diagnosticáveis com dados. Mas só se você medir o que importa e tomar decisões no ritmo certo.



A prova: o que os números mostram quando você mede do jeito certo

Quando você organiza a tomada de decisão, a sensação muda: de “torcer para dar certo” para “conduzir o resultado”. E os efeitos aparecem em três frentes que atraem compradores (e não apenas curiosos): intenção, conversão e recorrência.



1) Métricas que se conectam com compra (não com ego)

Se você vende on-line, você precisa de um painel que conte uma história simples: quanto custa vender, quanto sobra e o que impede de vender mais. Comece por:


  • Taxa de conversão (CVR): quantas visitas viram compra.

  • CPA/CAC: quanto custa adquirir um cliente.

  • Ticket médio: quanto entra por pedido.

  • Margem por pedido: quanto sobra depois de produto, frete, taxas e mídia.

  • ROAS com margem (ROAS real): retorno considerando lucro, não faturamento.

  • LTV: quanto um cliente vale no tempo.

Essas métricas não são “sofisticadas”. Elas são o mínimo para você não confundir crescimento com sangramento.



2) O impacto de atacar a restrição certa

Um exemplo típico: muita gente tenta dobrar vendas dobrando orçamento. Só que, se sua taxa de conversão está baixa, você só acelera a perda. Agora veja a lógica da restrição:


  • Se o gargalo é conversão, um aumento de 20% na CVR pode gerar mais vendas com o mesmo tráfego.

  • Se o gargalo é ticket, uma oferta de kit pode aumentar faturamento sem aumentar visitas.

  • Se o gargalo é retenção, uma régua de pós-venda pode aumentar LTV e permitir CPA maior (ganhando leilão com segurança).

Ou seja: dados não servem para “relatar o passado”. Servem para escolher onde mexer primeiro.



3) O efeito “compradores na frente, curiosos atrás”

Quando você mede certo, você começa a otimizar para sinais de compra: busca qualificada, páginas mais vistas antes do checkout, campanhas por intenção, e principalmente eventos de funil que indicam proximidade de decisão (add to cart, initiate checkout, start payment, etc.).


É assim que você atrai compradores: deixando seu sistema mais sensível ao que antecede a compra, e menos hipnotizado por cliques baratos.



A história: o dia em que o André parou de “otimizar” e começou a decidir

Voltando ao André. Ele estava rodando anúncios para três públicos, com cinco criativos e um orçamento que variava conforme o humor da semana. O site tinha visitas, mas o checkout era um campo minado: frete aparecia tarde, o prazo era confuso e o botão de finalizar compra ficava “escondido” no mobile.


Eu fiz o que faço em todo projeto: uma auditoria simples, baseada na restrição. Primeiro, escolhemos uma única meta operacional para 14 dias: aumentar a taxa de conversão do checkout.


Em vez de mexer em tudo, subordinei o resto ao gargalo:


  • Pausamos testes “criativos” e mantivemos o que trazia tráfego mais qualificado

  • Mapeamos onde as pessoas desistiam (evento por evento)

  • Reescrevemos 3 trechos-chave: prazo, frete e garantia

  • Reduzimos campos do checkout e melhoramos a versão mobile

Em 10 dias, a taxa de início de checkout subiu, e o abandono caiu. O que aconteceu com o faturamento? Ele não “explodiu” por mágica. Ele ficou previsível. E previsibilidade é o que permite comprar mídia com coragem.


Quando o gargalo de conversão foi elevado, aí sim voltamos para aquisição: ajustamos campanhas para eventos mais próximos da compra e criamos uma esteira de recuperação via WhatsApp para carrinhos abandonados. Resultado: menos desperdício, mais compradores.



A solução irresistível: um plano de ação em 7 passos para decidir com dados

Se você quer usar dados para tomar decisões de marketing e atrair compradores, aqui vai um plano direto. Ele funciona porque respeita a Teoria das Restrições: um gargalo por vez, com cadência.



Passo 1: defina a pergunta que paga a conta

Antes de abrir qualquer dashboard, escreva uma pergunta objetiva, por exemplo:


  • “Qual canal traz clientes com maior margem?”

  • “Onde o funil está vazando mais dinheiro?”

  • “Qual oferta aumenta ticket sem derrubar conversão?”


Passo 2: desenhe o funil real (do anúncio ao caixa)

Liste as etapas do seu fluxo, sem romantizar:


  • Impressão → clique → sessão qualificada

  • Visualização de produto/serviço → adicionar ao carrinho

  • Iniciar checkout → pagamento aprovado

  • Pós-venda → recompra → indicação


Passo 3: encontre a restrição com uma régua simples

Você não precisa de matemática avançada. Procure o ponto com maior queda percentual ou maior custo por avanço. Quase sempre o gargalo aparece em um destes lugares:


  • Página de produto (mensagem fraca ou prova insuficiente)

  • Checkout (atrito)

  • Oferta (sem clareza de valor)

  • Qualidade do tráfego (promessa errada)


Passo 4: crie um painel de decisão (não um painel de vaidade)

Um bom painel responde em 60 segundos:


  • Estamos vendendo mais ou menos? (pedidos, receita)

  • Estamos comprando vendas caro ou barato? (CPA, margem)

  • Qual etapa piorou? (taxas por etapa)


Passo 5: transforme decisões em hipóteses testáveis

Decisão sem hipótese vira tentativa. Use o formato:


  • Se eu mudar X, então Y melhora, porque Z.

Exemplo: “Se eu antecipar o frete e prazo na página do produto, então o início de checkout sobe, porque reduz incerteza.”



Passo 6: rode ciclos curtos (7 a 14 dias)

Empreendedor que decide com dados tem ritmo. Ciclos longos viram desculpa. Em cada ciclo:


  • 1 gargalo

  • 1 a 3 testes

  • 1 métrica principal


Passo 7: eleve a restrição e repita

Quando o gargalo melhora, outro aparece. Isso é bom. Significa que o sistema está andando. O segredo é não voltar ao caos do “mexer em tudo”.



A oferta: transforme seus dados em um plano de vendas com a CREIS

Se você está cansado de ver números e não enxergar direção, a CREIS Consultoria pode encurtar seu caminho.


Em uma sessão estratégica, a gente:


  • mapeia seu funil de vendas on-line

  • identifica a restrição que mais trava resultado agora

  • define as métricas certas para acompanhar compradores (não curiosos)

  • monta um plano de ação de 14 dias, com prioridades claras

Agende uma sessão agora e saia com um roteiro prático para decidir com dados e vender com mais previsibilidade.



Métricas que realmente importam para atrair compradores

Se você quer atrair compradores, precisa acompanhar métricas de intenção e de eficiência financeira. Uma lista objetiva:


  • CTR (com cautela): indica aderência da mensagem, não compra.

  • CPC (com cautela): barato pode significar curiosos.

  • Taxa de conversão por etapa: onde está o vazamento.

  • CPA/CAC: custo real por cliente.

  • Margem de contribuição: o que sobra para escalar.

  • Recompra e LTV: o motor escondido da escala.

Uma regra prática: se a métrica não muda a próxima decisão, ela é ruído.



Ferramentas que ajudam (sem virar refém de ferramenta)

Você não precisa de um “stack” infinito. Você precisa de consistência. Em geral, isso resolve:


  • GA4 bem configurado (eventos do funil)

  • Google Tag Manager para organizar tags

  • Plataforma de anúncios (Meta/Google) com eventos alinhados

  • CRM ou planilha estruturada para origem e status do lead

  • Dashboard simples (Looker Studio) para decisão semanal


Erros comuns ao usar dados no marketing (e como evitar)

  • Otimizar para clique: ajuste campanhas para eventos próximos da compra.

  • Comparar períodos errados: compare semana a semana e considere sazonalidade.

  • Não separar margem de faturamento: faturar mais não significa lucrar mais.

  • Testar muitas coisas ao mesmo tempo: você perde causalidade e aprende menos.

  • Ignorar o pós-venda: compradores voltam quando a experiência confirma a promessa.


FAQ: dúvidas rápidas de quem quer decidir com dados


Preciso de muito tráfego para usar dados?

Não. Você precisa de um funil bem instrumentado. Mesmo com baixo volume, dá para tomar decisões com foco no gargalo (por exemplo, melhorar checkout e oferta antes de escalar mídia).



Qual é a melhor métrica para começar?

Depende do seu gargalo. Para e-commerce, comece com taxa de conversão por etapa e margem por pedido. Para serviços, comece com taxa de qualificação do lead e taxa de fechamento.



Como saber se estou atraindo compradores ou curiosos?

Curiosos geram clique barato e pouca progressão no funil. Compradores geram eventos de intenção (ver preço, simular frete, iniciar checkout, pedir orçamento com contexto). Meça progressão por etapa e custo por avanço.



Fechando o ciclo: mais compradores, menos adivinhação

Usar dados para tomar decisões de marketing não é sobre virar “analista”. É sobre parar de apagar incêndio e começar a conduzir o crescimento. Quando você identifica a restrição, mede o que importa e cria ciclos curtos de melhoria, seu marketing deixa de ser loteria e vira sistema.


Se você quer colocar isso em prática com clareza, método e prioridade, fale com a gente.


Fale Agora Mesmo Comigo Pelo WHATSAPP


Se você chegou até aqui, provavelmente já entendeu: o próximo salto não vem de mais esforço. Vem da decisão certa, no ponto certo do funil. E isso começa com decisões de marketing guiadas por dados.


 
 
 

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