Como a privacidade do usuário está mudando a forma de anunciar
- GIL CELIDONIO
- 19 de set. de 2025
- 1 min de leitura
Nos últimos anos, a privacidade do usuário ganhou protagonismo, impulsionada por leis, tecnologias de bloqueio e a crescente exigência de transparência. Esse movimento está redesenhando a publicidade digital, forçando anunciantes e agências a repensarem dados, métricas e estratégias.
Contexto: do cookies de terceiros ao cookieless
O fim gradual dos cookies de terceiros, aliado a regulações como LGPD e GDPR, obriga marcas a investir em dados de primeira mão e em publicidade contextual.
Privacidade como diferencial de marca
Transparência e consentimento
Foco em dados de primeira mão
Impactos na estratégia de mídia
Estratégias de mídia dependem menos de dados de terceiros e mais de contextos de consumo, first party data e parcerias de consentimento.
Publicidade baseada em contexto
A publicidade contextual utiliza o ambiente de conteúdo para exibir anúncios relevantes sem depender de cookies de terceiros.
Investir em dados de primeira mão (CRM, assinaturas, programas de fidelidade) para personalização consentida.
Adotar plataformas de consentimento e oferecer UX clara para gerenciar preferências.
Comunicar de forma transparente as práticas de privacidade para manter a confiança do usuário.
O papel de tecnologias e ética
Tecnologias de preservação de privacidade, como differential privacy e IA responsável, ajudam a medir impacto sem violar dados sensíveis.
Boas práticas para anunciantes
Respeitar o consentimento, evitar retargeting invasivo, medir com cautela e manter transparência nas comunicações com o usuário.
Conclusão
Privacidade não é um obstáculo, mas um elemento estratégico. Ao priorizar dados de primeira mão e publicidade contextual, marcas podem manter alcance, relevância e confiança.



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