Corte por Guilhotina vs Corte a Laser em Campinas, Hortolândia e Americana: comparativo técnico para comprar melhor
- GIL CELIDONIO
- 20 de dez. de 2025
- 3 min de leitura
Se você compra chapas metálicas cortadas regularmente, escolher o processo correto impacta custo, prazo, tolerância e acabamento. A seguir, um comparativo técnico direto ao ponto entre corte por guilhotina e corte a laser, com foco em demanda nas regiões de Campinas, Hortolândia e Americana.
Visão geral rápida
Guilhotina: ideal para cortes retos, alto volume repetitivo e baixo custo por peça.
Laser: ideal para geometrias complexas, furos, pequenos lotes e tolerâncias mais apertadas.
Em Campinas, Hortolândia e Americana, ambos os processos estão amplamente disponíveis, com prazos ágeis e suporte técnico local.
Comparativo técnico por critério
Tolerâncias e precisão
Guilhotina: tolerâncias típicas de ±0,5 mm a ±1,0 mm, dependentes de espessura, dureza da chapa e regulagem.
Laser: tolerâncias típicas de ±0,1 mm a ±0,2 mm em chapas finas a médias, com excelente repetibilidade.
Acabamento de borda
Guilhotina: borda limpa em cortes retos, podendo formar leve rebarba em espessuras maiores.
Laser: borda fina e estável; com N2, corte livre de oxidação; com O2, pode haver leve oxidação e coloração.
Geometrias e furos
Guilhotina: restrita a cortes lineares; furos exigem processos adicionais (puncionamento ou furação).
Laser: executa contornos complexos, ranhuras, microfuros e marcações no mesmo setup.
Espessuras típicas e materiais
Guilhotina: aço carbono/inox e alumínio, comum até 6–10 mm (varia por máquina e largura).
Laser fibra: aço carbono/inox e alumínio com excelente performance; usual até 20–25 mm em aço carbono (capacidade depende da potência).
Volume, custo e desperdício
Guilhotina: custo por corte muito competitivo em grandes volumes com layouts retos; menor tempo de ciclo por linha de corte.
Laser: melhor aproveitamento de chapa via nesting; dispensa ferramentas, reduzindo custo de setup em lotes variados.
Prazos, setup e repetibilidade
Guilhotina: setup rápido para cortes retos repetitivos; troca de programa simples.
Laser: lead time curto mesmo para peças complexas; troca de desenho instantânea (DXF/DWG), alta repetibilidade.
Sustentabilidade e energia
Guilhotina: baixo resíduo de material; praticamente sem HAZ (zona termicamente afetada).
Laser: HAZ mínima; melhor aproveitamento de chapa e redução de sucata por nesting inteligente.
Quando escolher cada processo
Escolha guilhotina se você precisa de:
Cortes totalmente retos em grande volume (tiras, quadros, travessas).
Menor custo por peça em séries longas com layout simples.
Rapidez para chapas padronizadas sem contornos complexos.
Escolha laser se você precisa de:
Peças com curvas, furos, slots e detalhes finos na mesma operação.
Tolerâncias mais rígidas e repetibilidade superior.
Prototipagem rápida e ajustes de engenharia sem custo de ferramenta.
Campinas, Hortolândia e Americana: prazos e logística
Atendemos a região com prazos ágeis e suporte técnico para definição de processo, material e acabamento. Oferecemos análise de desenho para otimizar custo por peça e aproveitamento de chapa.
Campinas: alta disponibilidade de laser para chapas finas e médias; guilhotina pronta para cortes retos em volume.
Hortolândia: forte vocação em manufatura ágil, ideal para protótipos e séries curtas.
Americana: capacidade para lotes médios/grandes com foco em produtividade e custo.
Como avançar com seu projeto
Envie seu arquivo e receba um orçamento técnico com prazo e recomendação de processo.
Compartilhe desenho em DXF/DWG/PDF com espessura e material.
Informe tolerâncias críticas, quantidade e acabamento desejado.
Receba cotação comparativa (guilhotina vs laser) e lead time.
Quer reduzir custo sem perder qualidade? Nossa equipe sugere ajustes de desenho, nesting e lote ideal para economizar de forma segura.
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