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Como o Perito Odontológico Calcula o Dano Estético e Funcional


O guia prático que transforma dor e dúvida em provas sólidas e indenização justa


A história que mudou minha visão sobre perícia odontológica

Meu nome é Dra. Ana Celidonio. Anos atrás, atendi um paciente que dizia: “Doutora, o dentista errou, minha mastigação nunca mais foi a mesma e eu tenho vergonha de sorrir”. Ele já tinha ouvido de tudo: que era exagero, que não dava para provar e que “o juiz não entende de dente”.



Naquele dia, percebi algo simples e poderoso: quando a verdade clínica ganha forma de métricas claras, ela deixa de ser opinião e vira prova. O que faltava não era razão – era método. Foi assim que passei a estruturar a perícia odontológica em etapas, medindo o dano estético e funcional ponto a ponto, e traduzindo cada achado para a linguagem do Judiciário.


Este artigo mostra exatamente como faço isso e como você pode destravar seu caso com uma perita judicial odontológica que prova o que você sente – no padrão que o juiz respeita.



O gargalo que trava a indenização


O verdadeiro obstáculo não é o juiz. É a falta de método.

O que mais trava resultados não é a má-fé de ninguém. É o gargalo da falta de padronização: laudos genéricos, fotos sem régua, ausência de linha do tempo clínica, achados sem correlação com função. Sem método, tudo parece subjetivo – e casos bons se perdem.



Como destravar com a Teoria das Restrições

  • Identificar o gargalo: Onde o caso “emperra”? Geralmente, na conversão de queixa em métricas objetivas.

  • Explorar o gargalo: Padronizar coleta de dados: fotos periciais, medidas funcionais, questionários validados.

  • Subordinar o restante: Toda a estratégia gira em torno do que prova causalidade e gravidade.

  • Elevar o gargalo: Incluir ferramentas e protocolos que transformam sintomas em números.

  • Repetir o ciclo: Ajustar até que cada ponto do laudo dialogue com o que o juiz precisa decidir.

Com esse foco, a perícia deixa de ser narrativa e vira evidência comparável.



Provas que convencem o juiz


Método que converte dor e estética em números

  • Fotografias periciais padronizadas: posição natural da cabeça, fundo neutro, iluminação difusa, escala milimetrada. Vista frontal, perfil, sorriso, repouso e intraorais.

  • Medidas funcionais: abertura bucal máxima (MMO) em mm, lateralidade e protrusão, avaliação de desvio mandibular, estalos e dor à palpação.

  • Eficiência mastigatória: teste com alimento padrão e análise do triturado (indicando perda de performance).

  • Força oclusal: dinamometria (quando indicado) para quantificar redução funcional.

  • Oclusão e estabilidade: contatos prematuros, guia anterior, overbite/overjet, intercuspidação, perdas dentárias e próteses.

  • Índices e questionários validados: OHIP-14 (qualidade de vida), PIDAQ (impacto psicossocial da estética), índices de disfunção temporomandibular como Helkimo (quando aplicável).

  • Imagem: radiografias e tomografia (CBCT) para perdas ósseas, fraturas radiculares, implantes e próteses.

  • Estética facial e dentária: simetria, linha média, dimensão vertical, exposição dentária ao sorrir, cicatrizes periorais (com escala padronizada).

  • Documentação clínica: prontuário, consentimentos, planos de tratamento, anotações de intercorrências, antes e depois.


Como o perito calcula na prática

  1. Nexo causal: comparo o antes e depois (quando disponível) e estabeleço a relação entre o evento e o dano atual.

  2. Gravidade estética: quantifico o impacto em simetria, cicatriz, fraturas e perdas, cruzando com PIDAQ e análise fotométrica.

  3. Gravidade funcional: transformo sinais e sintomas em medidas: MMO, dor, estalos, eficiência mastigatória, estabilidade oclusal.

  4. Impacto na vida diária: pontuo limitações relatadas no OHIP-14 e compatibilizo com as evidências clínicas.

  5. Classificação e percentual: qualifico em leve, moderado ou grave e, quando solicitado por norma judicial, converto em percentuais aceitos para dano estético e funcional.

  6. Conclusão e quantificação: entrego um laudo com linguagem técnica clara e anexos que permitem replicabilidade da avaliação.

O resultado é um mapa lógico onde cada medida conecta-se ao dano e à consequência jurídica.



Um caso real: do “talvez” ao “procedente”

Mariana, 34 anos, chegou insegura: “Vão dizer que é só frescura”. Após extração difícil, ela perdeu sensibilidade em lábio inferior e evitava sorrir por assimetria visível. Aplicamos o protocolo pericial completo.


  • Achados estéticos: desvio discreto da comissura, exposição dentária reduzida ao sorrir, relato de constrangimento confirmado pelo PIDAQ.

  • Achados funcionais: MMO reduzida, parestesia em região mentual, eficiência mastigatória menor em alimentos duros.

  • Nexo causal: compatibilidade temporal e clínica com o procedimento descrito no prontuário.

No laudo, correlacionei cada queixa a uma medida objetiva e traduzi o impacto em termos jurídicos. O juiz destacou a clareza metodológica do documento. O caso foi julgado procedente, com indenização proporcional ao dano estético e funcional comprovado.



Seu plano de ação irresistível


O passo a passo para sair do genérico e entrar no convincente

  1. Triagem rápida: uma conversa de 15 minutos para eu entender seu caso e antecipar os documentos necessários.

  2. Checklist documental: RX, tomografia, fotos anteriores, orçamentos, contratos, prontuário, conversas relevantes (quando legais).

  3. Avaliação pericial: sessão com fotos padronizadas, medidas funcionais e aplicação de questionários validados.

  4. Estratégia da prova: definimos quais pontos têm maior peso jurídico e como apresentá-los ao juiz.

  5. Laudo que fala por você: documento técnico com anexos e explicações didáticas, pronto para audiências e contraprovas.

Quando o caso exige velocidade, priorizo o que mais impacta a decisão judicial. É a Teoria das Restrições aplicada ao seu resultado.



Agende sua perícia e transforme sua dor em prova

Se você precisa de uma perita judicial odontológica que trate seu caso com método, blindagem técnica e linguagem que o juiz entende, vamos conversar. Cada dia que passa sem provas sólidas dificulta a memória, a documentação e a causalidade.


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Métricas que importam, ferramentas e erros que custam caro


Métricas que importam

  • MMO (abertura bucal): valores abaixo de 35–40 mm sugerem limitação funcional.

  • Desvio mandibular: presença e lado do desvio na abertura.

  • Eficiência mastigatória: padrão do triturado em alimento teste.

  • Índices de impacto: OHIP-14 e PIDAQ contextualizam o dano na vida real.

  • Oclusão: estabilidade, guia, contatos e perdas dentárias.

  • Estética orofacial: simetria, linha média, exposição dentária e cicatrizes quantificadas.


Ferramentas que uso na perícia

  • Régua milimetrada e compasso digital para medidas faciais e intraorais.

  • Afastadores, espelhos e fundo neutro para fotografias periciais.

  • Formulários validados (OHIP-14, PIDAQ) e protocolos funcionais.

  • Radiografias, CBCT e documentação clínica completa.


Erros comuns que derrubam indenizações

  • Falta de fotos padronizadas: sem escala, não há comparação objetiva.

  • Confundir queixa com prova: relato é importante, mas precisa de medida.

  • Ignorar a linha do tempo: sem cronologia, o nexo causal perde força.

  • Laudo prolixo: o juiz quer clareza, não jargão.


FAQ


Quanto tempo leva a perícia odontológica?

A avaliação costuma durar 60–90 minutos. O laudo técnico, com anexos, geralmente fica pronto em 5 a 10 dias úteis, dependendo da complexidade.



É possível calcular um percentual de dano?

Sim, quando exigido pelo processo, converto a gravidade em percentuais com base em critérios e normas aceitas, deixando claro o método aplicado.



Sem fotos antigas, ainda dá para provar?

Dá, desde que haja coerência entre achados atuais, documentação clínica, exames e cronologia. Quanto melhor a documentação, mais forte a prova.



Perícia odontológica serve só para processos?

Não. Serve para negociações extrajudiciais, seguros e acordos. Prova bem construída evita briga longa.



Conclusão: método certo, prova forte, decisão favorável

Calcular dano estético e funcional não é adivinhar: é medir, comparar e concluir com transparência. Quando aplicamos método, removemos o gargalo que trava decisões e trazemos sua verdade à luz do processo.


Se você busca uma perícia odontológica que gere confiança, clareza e resultados, estou pronta para ajudar.


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